5º Encontro Nacional pela Justiça Climática, tás logado?


5º Encontro Nacional pela Justiça Climática

21/02 às 18:30 – 22/02 às 18:30

Colégio Almada Negreiros, Universidade Nova de Lisboa, Campolide, Lisboa

Já somos “mainstream“. Os políticos acham que se deve fazer alguma coisa sobre a crise climática, os parlamentos declaram emergência climática. Mas o nosso objectivo não é sermos mainstream. Nós queremos ver acção urgente por uma transição energética que traga justiça climática às nossas sociedades. E isso só vai acontecer com e por causa da nossa mobilização e organização.

A 21-23 de fevereiro, vamos juntar-nos no Colégio Almada Negreiros da Univeridade Nova de Lisboa em Campolide, no 5º Encontro Nacional pela Justiça Climática, para partilhar acções, conhecimento e experiências, para construir estratégias, e para conhecer as lutas e as activistas.

Vamos à raíz do problema: vamos focar-nos nas linhas da frente onde a verdadeira destruição climática continua a avançar, apesar das palavras bonitas; e nas lutas que se cruzam com a nossa por terem as mesmas causas socio-económicas no fundo.

Antes da grande onda de mobilizações na primavera, vamos preparar-nos para articular melhor as várias frentes da luta. O ano 2020 tem que ser o ano em que as sociedades mudam de caminho. Nós não temos um plano B sem ser ganhar; porque não temos um planeta B.

Na sexta-feira vamos abrir o encontro com uma sessão dedicada ao artivismo. No sábado iremos ter sessões sobre gás fóssil, transporte de animais vivos, o novo aeroporto do Montijo, povos indígenas, indústria agropecuária e alimentar, transição justa e mineração em águas profundas.

Não precisas de te inscrever para estar presente nas sessões do encontro, contudo pedimos-te que, caso tenhas interesse em almoçar no local no sábado, preenchas este formulário para termos uma estimativa do número de refeições: https://framaforms.org/refeicoes-de-dia-22-de-fevereiro-no-5o-enjc-1580222235

O 5º Encontro Nacional pela Justiça Climática é co-organizado por:
2degrees artivism, Academia Cidadã, Aliança Pela Amazônia, Animal Save Portugal, ArtCitizenship, ATERRA, CICS.NOVA, Climate Save Portugal, Climáximo, Coletivo Alvito, Coletivo Andorinha – Frente Democrática Brasileira de Lisboa, Colombianos Por La Paz – Portugal, Coopérnico, Stop Ecocide: Change the Law, Empregos para o Clima, Extinction Rebellion Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – NOVA FCSH, Fórum Indígena Lisboa, Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Gás é Andar Para Trás, Greve Climática Estudantil, Campanha Linha Vermelha, PATAV – Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos, Rede 8 de Março, Sciaena, Universidade NOVA de Lisboa

Com o apoio de:
Abad Pisão, Aspea Associação, GEOTA, Live With Earth, Lixo Zero Portugal – movimento Zero Waste, Parents For Future Portugal, Plataforma TROCA – Por um Comércio Internacional Justo, Tamera Healing Biotope I – Portugal, WWF Portugal

Programa completo em:
https://tinyurl.com/programa5enjc-lisboa

https://www.facebook.com/events/472116040124915/

 

 

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Seminário Internacional “Partilhar a riqueza e o poder – Mais democracia no trabalho”


A partir do dia 20 de fevereiro, a BASE-FUT e o Centro de Formação e Tempos Livres vão organizar, com o apoio do EZA, um seminário internacional sob o tema “Partilhar a riqueza e o poder – Mais democracia no trabalho”. O seminário irá decorrer em Sintra e juntará membros de organizações de trabalhadores vindos de toda a Europa. Este evento pretende refletir sobre a situação da democracia no trabalho nos vários países europeu e construir novos caminhos para fortalecer a democracia económica e social. Quatro painéis são previstos para aprofundar estas questões: “Desigualdades em Portugal e na Europa: causas e manifestações”, “Participação dos trabalhadores e democracia no trabalho: elemento de progresso económico e social”, “A política fiscal na agenda dos sindicatos: recuperar o imposto como ferramenta fundamental de redistribuição democrática da riqueza” e “O papel da negociação coletiva na partilhar da riqueza”. Estas sessões contarão com intervenções de investigadores e militantes de organizações de trabalhadores com vista a promover o debate. Ao longo do seminário, os conteúdos dos debates serão divulgados no site da BASE-FUT.

http://basefut.pt/institucional/noticias/seminario-internacional-partilhar-a-riqueza-e-o-poder-mais-democracia-no-trabalho/

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Uma Organização que aposta na transformação social, cultural e política desta sociedade

Um espaço de participação, de solidariedade e de diversidade

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Colocar o ser humano no centro das políticas económicas e sociais

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Incentivar um planeta de paz ambientalmente equilibrado

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Visita guiada à exposição. Exposição We transfer Sandokan no @pogoteatro até 23 de Fevereiro 2020


Visita guiada à exposição.

Exposição We transfer Sandokan no @pogoteatro
até 23 de Fevereiro
Sextas e Sábados, das 17h00 às 21h00

Para que o dia de amanhã possa ser bem diferente do passado e do presente!

Luta hoje para que o amanhã não seja tarde demais!

Pela Organização da classe trabalhadora e das demais organizações da sociedade civil!
Juntos somos muito mais fortes!

Se ficarmos à espera do nada o pouco ou nada teremos!

A luta continua nas empresas, nos governos, nas redes sociais, nas ruas etc…

Associação Cultural POGO
Nascido em 1993 o Pogo resulta da necessidade de ampliar as premissas a partir das quais encara a expressão artística, e reuniu, na sua origem, criadores ligados ao teatro, performance, vídeo, literatura, música e artes plásticas numa lógica de confronto e sedimentação de linguagens.
Nascido em 1993 o Pogo resulta da necessidade de ampliar as premissas a partir das quais encara a expressão artística, e reuniu, na sua origem, criadores ligados ao teatro, performance, vídeo, literatura, música e artes plásticas numa lógica de confronto e sedimentação de linguagens.

#pogo #pogoteatro #entradalivre #lisboa #exposição #wetransfersandokan

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“O silêncio não é, nunca foi, nem nunca será solução face ao crescimento de forças populistas…


“O silêncio não é, nunca foi, nem nunca será solução face ao crescimento de forças populistas que defendem um retrocesso da nossa sociedade e o retorno do fascismo em Portugal e no resto do mundo. Nós, antifascistas, continuaremos a denunciar e combater abertamente a extrema-direita, usando de todos os meios ao nosso alcance, com ou sem apoio dos partidos com representação partidária. Contudo, relembramos que esta não é apenas a luta da Frente Unitária Antifascista ou das organizações filiadas mas sim, uma luta de todo o povo e dos seus representantes.”amental de petição

A Frente Unitária Antifascista, pela sua Coordenação Nacional, vem por este meio repudiar o entrave ao direito fundamental de petição, exercido pelos órgãos da Assembleia da República.

De facto, a nossa organização recolheu 9400 assinaturas para uma petição, que acompanhou a manifestação organizada no dia 10 de agosto, contra a conferência europeia neonazi que ocorreu em Lisboa. Uma vez que as assinaturas foram suficientes para podermos exigir que a nossa petição seja debatida em plenário na Assembleia da República, como previsto na Constituição na Lei n.º 43/90, de 10 de agosto, decidimos avançar com a apresentação da mesma aos serviços da Assembleia da República.

No dia 10 de dezembro de 2019, a petição foi registada na plataforma online disponibilizada pela Assembleia da República para estes efeitos. (https://participacao.parlamento.pt)

No dia 14 de dezembro de 2019, uma vez que o texto estava corrigido e as assinaturas verificadas, submetemos a petição, sempre atravès da mesma plataforma.

No dia 17 de dezembro de 2019, a petição foi aceita e aberta a assinaturas. Sendo a recolha suficiente para a petição ser debatida em plenário, avançamos com o encerramento do período de recolha de assinaturas no mesmo dia, e submetemos a petição para apresentação.

Tal como figura na área pessoal da conta que serviu para submeter a petição na plataforma, o texto da petição foi aprovado pela plataforma no dia 17 de dezembro de 2019.

Conscientes de que este processo pode demorar um certo tempo, aguardamos o início de janeiro para ver aparecer a nossa petição no site, indicando-nos que o processo estaria de facto a avançar. Mas para nossa surpresa, das novas petições que apareceram, nenhuma era a petição que apresentamos. Entramos então em contacto com o secretariado da Assembleia da República, de forma a poder falar com algum responsável por este assunto. A pessoa que nos respondeu, informou-nos que era questão de alguns dias.

Esperamos então duas semanas, depois das quais voltamos a entrar em contacto com os mesmos serviços e a mesma pessoa, que nos explicou que de facto estava a demorar, mas que estaria no site nos próximos dias.

Aguardamos até inícios de fevereiro e voltamos a entrar em contacto com estes serviços, de forma a perceber qual a razão pela qual a nossa petição ainda não figurava no site da Assembleia da República. Desta vez, foi-nos explicado que sendo altura de debates sobre o Orçamento de Estado, os trabalhos relativo às petições andavam um pouco atrasados, mas que o assunto seria tratado em breve, não podendo dar um prazo certo tendo em conta que a petição estava no escritório da pessoa responsável, a aguardar que esta possa aprovar e dar seguimento ao processo da nossa petição.

A verdade é que a partir da data onde a nossa petição foi submetida, foram aprovadas 13 petições, as quais estão indicadas como tendo sido publicadas depois da nossa. Razão pela qual não percebemos a justificação que nos foi dada, de falta de tempo para aprovação das petições. Não nos parece que a nossa petição seja mais complexa que as outras que foram publicadas, justificando que estas sejam publicadas e não a nossa.

O que nos leva a pensar que, de facto, há uma vontade por parte dos serviços da Assembleia da República, não só de limitar-nos no nosso direito fundamental de apresentar uma petição e vê-la debatida em plenário, levando assim ao silêncio os milhares de portugueses que assinaram a petição, como de continuar a evitar de abordar certos assuntos, nomeadamente a questão do crescimento da extrema-direita e da ideologia fascista em Portugal.

Razão pela qual anunciamos desde já que, não iremos ficar calados face a este não-respeito da vontade de milhares de portugueses e do seu direito fundamental a apresentar e ver debatida uma petição. A Frente Unitária Antifascista, caso esta situação perdura, irá apelar à mobilização das pessoas e organizações que apoiaram esta petição, para um protesto frente à Assembleia da República, exigindo que a petição seja aprovada, disponibilizada aos grupos parlamentares e que o debate seja agendado o mais brevemente possível.

Informamos também que será enviada a cada grupo parlamentar, a dita petição, de forma a poderem analisá-la e eventualmente marcar um encontro com os nossos representantes para debater das possíveis propostas e poderem apoiar a nossa exigência de que seja respeitado o direito fundamental de petição cedido ao povo pela nossa Constituição.

O silêncio não é, nunca foi, nem nunca será solução face ao crescimento de forças populistas que defendem um retrocesso da nossa sociedade e o retorno do fascismo em Portugal e no resto do mundo. Nós, antifascistas, continuaremos a denunciar e combater abertamente a extrema-direita, usando de todos os meios ao nosso alcance, com ou sem apoio dos partidos com representação partidária. Contudo, relembramos que esta não é apenas a luta da Frente Unitária Antifascista ou das organizações filiadas mas sim, uma luta de todo o povo e dos seus representantes.

Fascismo nunca mais !
#2020aLutaContinua

https://frenteunitariaantifa.wixsite.com/fuantifa/post/entrave-ao-direito-fundamental-de-peti%C3%A7%C3%A3o

#2020aLutaContinua
A Frente Unitária Antifascista e as organizações/pessoas que a compõem vem, por este meio, desejar um bom ano a todos e todas. A FUA compromete-se a continuar na luta em 2020, em cada cidade, cada bairro, cada rua!!

2019 foi, infelizmente, um ano bastante revelador relativamente à extrema-direita, autora de vários atentados e ataques por todo o mundo. Só na Europa, foram mais de uma centena de pessoas que perderam a vida esta ano, mortos por elementos de extrema-direita que tentam impor a sua ideologia pela violência, e eliminar qualquer oposição política.

Portugal não foi exceção no crescimento da extrema-direita, e ainda que a radicalização dos grupos portugueses seja limitada a ações contra militantes antifascistas, tememos que o próximo ano possa ser marcado pelas primeiras vítimas não-militantes, por parte de grupos fascistas, racistas e/ou neonazis como o Escudo Identitário (ligado ao Batalhão Azov, milícia neo-nazi ucraniana acusada de vários crimes de guerra), Nova Ordem Social do criminoso Mário Machado, a Nova Legião Portuguesa fundada pelos antigos seguidores do Mário Machado, ou ainda a Blood And Honour e a Misantropic Division Portugal, dois grupos reconhecidos como terroristas em vários países do mundo, e presentes atualmente em Portugal.

A normalização do discurso de ódio operada, entre outros, pelo partido Chega do André Ventura (que tem como ideólogo e redactor do programa do partido um Bombista do MDLP – Diogo Pacheco de Amorim), criou um espaço de legitimidade pública para estes grupos, que se desenvolvem e aproveitam para captar novos elementos e radicalizá-los. Esta normalização também pode ser observada em vários canais televisivos como a TVI e a RTP, que têm vindo a dar visibilidade a fascistas, como por exemplo o Nuno Cerejeira, conhecido pelo seu envolvimento na morte de Alcindo Monteiro e pelas ligações ao grupo neonazi criminoso Hammerskins, ou concedendo entrevistas ao Mário Machado na TVI.
2019 foi, de facto, um ano de destaques para a extrema-direita. Para quem tivesse dúvidas sobre o facto da extrema-direita estar infiltrada nas forças policiais e militares, o surgimento de iniciativas como o Movimento Zero é esclarecedor e sintomático, não deixando espaço para dúvidas. A nível mundial, destacaram-se os vários atentados cometidos, como o massacre de Christchurch na Nova Zelândia, e o assassinato de Walter Luebcke na Alemanha. (Lista dos atentados e ataques de extrema-direita, com fontes: https://docs.google.com/document/d/1XUMaR-NeDPMmF4Rjf6rzutsTxVTVFPAEFcxOyJbl548/edit?usp=sharing)
Vários foram os alertas lançados pelo movimento antifascista, acerca do perigo que representa o crescimento da extrema-direita e dos grupos criminosos e terroristas ligados a esta ideologia. Alertas também lançados pelo SIS e pela Europol, que ainda este ano lançou um relatório, expressando preocupação sobre a presença de grupos de extrema-direita potencialmente terroristas atuando em Portugal. Infelizmente, a FUA continua a constatar que estes avisos não são levados a sério, e que prevalece a estratégia de “ignorar e esperar que o problema desapareça”. Lamentamos esta posição, que reúne a concordância e despreocupação do Governo português, e que ficou registada quando, no dia 10 de Agosto, o movimento de extrema-direita neo-nazi Nova Ordem Social organizou, sem entraves de maior, uma conferência europeia neonazi em Lisboa, que contou com a presença de elementos de vários grupos organizados neonazis, a nível internacional. Este episódio levou-nos a organizar uma manifestação, e a redigir uma petição, que foi entregue na Assembleia da República. Relembramos que, aquando deste episódio, a comunicação social solicitou ao Ministro da Administração Interna uma tomada de posição, ao que este respondeu: “Isso não é connosco”. Uma resposta inaceitável, especialmente quando, apenas 4 meses depois, se confirma que uma das oradores foi detida em Itália por ligações com um grupo terrorista de extrema-direita neonazi. No entanto, esta não é uma atitude exclusiva do MAI, mas sim o espelho da atitude geral tanto do Governo, como dos partidos parlamentares que, até há pouco tempo, evitavam o assunto e nos acusavam de caçarmos fantasmas.
Desde a sua criação, a Frente Unitária Antifascista compromete-se a ser um obstáculo e uma barreira ao crescimento e emergência destes grupos, e a usar todas as ferramentas possíveis e necessárias para lutar contra este perigo que ameaça uma sociedade livre, democrática e igualitária. Comparando com alguns outros países europeus, Portugal demorou um pouco mais até ter um deputado da extrema-direita. É provável que demore, também, um pouco mais até que os crimes de ódio e atentados terroristas cá aconteçam. No entanto, a FUA recusa-se a ficar sentada à espera que isso aconteça, e continuará a sua luta, até que cada um destes grupos seja desarmado, desconstruído e destruído, e até o Governo atuar em conformidade com os valores da Constituição da República Portuguesa, e ponha em prática medidas de combate efectivo ao crescimento da extrema-direita, com todo o risco que ela representa para cada um de nós.

A Frente Unitária Antifascista não apoia o uso gratuito da violência – mas apoia, sim, a autodefesa. Como foi mencionado aquando das ameaças de morte, por parte de elementos neonazis à família de um dos nossos coordenadores, da tentativa de homicídio do mesmo, e perante o aumento das agressões a camaradas antifascistas, a Frente Unitária Antifascista não se responsabiliza pelas reacções e respostas dos seus membros. No entanto, a intolerância e o discurso de ódio são inconstitucionais, atentam à liberdade individual e ao equilíbrio em sociedade, pelo que apelamos também, mais uma vez, a que tanto as autoridades como os partidos parlamentares tomem medidas contra estes grupos violentos e o discurso de ódio que propagam, evitando que a justiça tenha de ser feita nas ruas.

Pela FUA, advertimos para a importância e urgência desta luta, e lançamos o apelo aos partidos parlamentares para que concretizem a intervenção contra a extrema-direita e, nomeadamente, debatam a nossa petição na Assembleia da República, entregue no dia 10 de Dezembro de 2019. Do mesmo modo, apelamos a todas as forças da esquerda, e todos os movimentos de defesa dos Direitos Humanos, da liberdade, equidade e justiça social, a juntarem-se a nós.

A FUA estará presente em cada cidade, em cada bairro, em cada rua, na qual seja necessário lutar contra a extrema-direita.

Frente Unitária Antifascista

Discursos de Ódio etc… de coisas abomináveis por não trazerem nada de positivo para uma sociedade melhor, muito pelo contrário! Nem AQUI, NEM EM LADO ALGUM! Contra a conferência Neonazi do dia 10 de Agosto em Lisboa

https://taslogado.wordpress.com/2019/08/10/discursos-de-odio-etc-de-coisas-abominaveis-por-nao-trazerem-nada-de-positivo-para-uma-sociedade-melhor-muito-pelo-contrario-nem-aqui-nem-em-lado-algum-contra-a-conferencia-neonazi-do-dia-10/

 

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DESAFIOS DO COMÉRCIO JUSTO


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ENCONTRO ABERTO – 10 de Fevereiro de 2020 às 15h
Rua Maria, 15
(Metro do Intendente)
AMIGOS DE APRENDER

Os Desafios do Comércio Justo
http://basefut.pt/institucional/os-desafios-do-comercio-justo/?fbclid=IwAR14F6ZT8X3OmaJ2v6w_FGngNhVMOa1d0E9EETuoaPssD_UxrkoOg9WPRDs
#Cidac
#ComércioJusto
https://www.facebook.com/LojaComercioJusto/
#BaseFut
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Encontro Nacional + Debate “O Feminismo tem de ser Anti-racista” 08 Fev 2020*Lisboa


Encontro Nacional da Rede 8 de Março – Sábado – 8 de Fevereiro – Lisboa – Casa do Brasil

O patriarcado é um pilar fundamental do sistema capitalista. O capitalismo lucra com a dupla opressão da mulher. Por um lado, com a desigualdade salarial, por outro com o trabalho doméstico mantido na clausura privada do lar, através da ausência de serviços públicos e gratuitos.

A maioria das mulheres negras vive em condições de sobre-exploração. Tendo como destino quase obrigatório os sectores da limpeza industrial e do trabalho doméstico, onde são muitas vezes vítimas de assédio. Esta situação de sobre-exploração é fundamental para o capitalismo se alimentar e manter. As mulheres negras sofrem com a opressão específica que é o racismo, presente em todos os espaço e órgãos desta sociedade. Esta violência expressa-se também nos ataques racistas quotidianos da polícia aos negros e imigrantes. Demonstrando objectivamente que a verdadeira função da polícia é bater nos explorados e oprimidos em defesa dos privilégios do exploradores.

Portanto o feminismo dos explorados e oprimidos é e só pode ser anti-racista!

Só através da organização e da luta nas ruas é que podemos derrotar o machismo e o racismo!

Participa no Encontro Nacional da Rede 8 de Março e junta-te à construção da Greve Feminista Internacional.

Programação
Encontro Nacional – discussão de preparação da Greve Feminista Internacional 2020
Horário: 10h-13h30

Debate “O feminismo tem de ser antirracista”
Local: Casa do Brasil
Horário: 15h-18h
Oradoras
Barbara Góis – Sindicato de Trabalhadores de Call Center
Lúcia Furtado – Femafro
Maria Gil – Mulheres Ciganas
Shenia Karlsson – INMUNE
Moderação: Vânia S. – Rede 8 de Março

Festa
A partir das 22h30 na Galeria ZDB (Bairro Alto)

Formulário de inscrição (só para facilitar a nossa logística e para te ajudarmos caso precises de alojamento):

https://docs.google.com/forms/d/1NRhNet31JhKaZDG6FXUg15yWzyoZaQDH00eeM1iXV3w/edit?ts=5e344bdc


Evento criado por Rede 8 de Março

https://www.facebook.com/events/s/encontro-nacional-debate-o-fem/170025020955279/

https://rede8marco.wordpress.com/

#rede8m
#feminismo

 

Filme e debate: O Plano (2018) , estás logado?


Aparece e partilha este evento!
Em Lisboa dia 06 Fev 2020
Das 16:00 – 18:00
Local:BASE – Frente Unitária de Trabalhadores (Rua Maria aos Anjos, 15, Lisboa)

Filme e debate: O Plano (2018)

Projeção do filme ” O Plano”
Sinopse: Há 40 anos, um grupo de engenheiros qualificados enfrentavam a crise, austeridade e ameaça de encerramento da fábrica onde trabalhavam. Responderam com um plano radical, desenhando vários produtos socialmente úteis, sustentáveis e pró-ambientais em alternativa ao armamento militar que a fábrica produzia. Este filme atreve-se a perguntar como poderia ser hoje em dia a nossa vida, se o Plano dos trabalhadores da Lucas não tivesse sido obstruído.

O filme “O Plano” conta a história da luta dos trabalhadores da Lucas que produziram um plano de transição e auto-gestão para a fábrica em que trabalhavam: um plano que visaria a alteração da produção de componentes de aviões para turbinas eólicas, questionando a forma em que o trabalho estava organizado e para que servia esta produção.

Hoje, com a crise climática, nós também precisamos dum plano nosso para uma transição energética justa. Depois do filme (versão curta de duração 30 minutos), vamos discutir que políticas seriam necessárias em Portugal para evitarmos o caos climático.

Este Evento destina-se a pessoas ligadas aos movimentos sindicais, a comissões de trabalhadores, a movimentos de organização de trabalhadores, a Investigadores e aos demais interessados nas questões laborais e sua correlação com as questões ambientais.

Venha debater connosco!
Participe e contribua para a respectiva divulgação junto dos demais interessados!


A campanha dos Empregos para o Clima visa combater a precariedade laboral e climática, e lutar por um mundo socialmente justo e ambientalmente são.
#empregosparaoclima
http://www.empregos-clima.pt/
https://www.facebook.com/empregosclima

https://www.instagram.com/empregos.clima/