A GREVE NOS CALL-CENTERS MANTÉM-SE COMUNICADO STCC , tás logado?


FAZ GREVE, FICA EM CASA!
O STCC O TELEJORNAL DA SIC

Podem ver aqui o Presidente do STCC, Danilo Moreira em entrevista à SIC sobre a Greve que está a decorrer nos call-centers até 5 de Abril.

Teletrabalho para todos, sem perda de remuneração!
Quarentena paga, enquanto dura a transição!

Stcc, tás logado no Fórum da TSF 

Manuel Afonso, dirigente do STCC, onde a partir dos 1h:16 minutos de programa, (mais ou menos) explica de forma clara para quem está de “fora” a luta dos e das trabalhadoras de call center por todo o país. O medo que é trabalharem todos os dias fechados em locais propícios a serem autênticos focos de contágio e propagação do vírus COVID-19, pela sua própria natureza.
Onde explica a reivindicação actual por teletrabalho já para todos os call centers enquanto dura a pandemia, ou quarentena paga enquanto dura a transição e, explica a greve geral para os call centers convocada pelo STCC que começou dia 24 de Março e durará até 5 de abril inclusive, para pressionarmos quem detém o poder, patrões do sector e poder político, a “olhar” para as pessoas que aqui trabalham, como tal, como pessoas e não como números!

  • A Vida antes do Lucro!
  • Unidos Vamos Vencer!

Fórum TSF: Os direitos dos trabalhadores em tempos de pandemia

https://www.tsf.pt/programa/forum-tsf/emissao/forum-tsf-os-direitos-dos-trabalhadores-em-tempos-de-pandemia-11969655.html

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A GREVE NOS CALL-CENTERS MANTÉM-SE
COMUNICADO STCC

1. O STCC convocou Greve entre dia 24 de Março e 5 de Abril inclusivé. O aviso prévio excluía desde logo a “linha SNS24 e outros serviços imprescindíveis de saúde pública, apoio ao INEM, apoio a forças de segurança e linha de apoio à vida”.

2. Esta Greve visa reivindicar: a) Transição imediata para o regime de Teletrabalho, cumprindo o que a lei determina a este respeito; b) Suspensão imediata da atividade de todos os call-centers que não exerçam funções socialmente imprescindíveis. Os trabalhadores devem ser colocados de quarentena, sem perda de rendimentos, enquanto aguardam em casa que a empresa acautele os meios técnicos de transição para o Teletrabalho. c) Qualquer actividade que continue a existir nos call-centers deve observar as seguintes garantias: 1) quarentena imediata sem perda de rendimentos de todos os trabalhadores pertencentes a grupos de risco, assim como daqueles que tenham feito viagens recentes ao estrangeiro; 2) separação de todos os trabalhadores pelo menos 2 metros de distância; 3) existência de meios individuais de trabalho e limpeza e desinfeção recorrente dos mesmos; 4) nenhuma represália ou discriminação aos trabalhadores que optem por ausentar-se ao trabalho para se manterem em quarentena;

3. Devido à pressão de milhares de trabalhadores e do nosso Sindicato, em muitos call-centers está em marcha a transição para o regime de Teletrabalho e o Governo decretou “obrigatória a adoção do regime de teletrabalho, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam.”Sabemos porém que isso não significa que estejam garantidas todas as medidas que os levaram a convocar esta Greve. Pelo que se justifica a manutenção da mesma.

4. Quando foi convocada esta Greve não havia ainda sido Decretado o Estado de Emergência, que entretanto veio suspender o direito à greve sempre que esta “possa comprometer o funcionamento de infraestruturas críticas ou de unidades de prestação de cuidados de saúde, bem como em setores económicos vitais para a produção, abastecimento e fornecimento de bens e serviços essenciais à população”.

5. Tendo em conta isto, o STCC assume que ainda que se mantenha, a Greve que convocamos sofrerá algumas restrições. Nesse sentido, instruímos todos os trabalhadores a não aderir à greve caso as suas funções se enquadrem na definição acima, nomeadamente, caso se relacionem com “setores económicos vitais para a produção, abastecimento e fornecimento de bens e serviços essenciais à população”. São esses sectores: a produção, fornecimento e piquetes de emergência para avaria de água, gás, eletricidade, comunicações, transportes públicos, viaturas particulares, bem como os bens e serviços de carácter básico como a produção e fornecimento de bens alimentares. Estes passam a estar excluídos do âmbito da greve, tal como os sectores imprescindíveis já antes referidos. Cabe a cada trabalhador avaliar se a função que cumpre e/ou o sector em que ela se insere está dentro desta definição. Cada trabalhador pode e deve pedir orientações ao STCC caso sinta necessidade delas.

6. Salvaguardamos que, independentemente do sector ou função em questão, continuam abrangidos pelo aviso prévio de Greve todos os trabalhadores que exerçam funções para mercados estrangeiros, uma vez que não cabe ao Estado de Emergência decretado em Portugal salvaguardar “a produção, abastecimento e fornecimento de bens e serviços” de outros países;

7. Independentemente da função que exerçam ou do sector para qual prestem serviço, os trabalhadores mantém o direito à protecção face à exposição e propagação do Covid-19 que é uma obrigação das entidades patronais, assim como a requerer a transição para o Teletrabalho;

8. Adaptamo-nos às restrições impostas ao direito à Greve pelo Estado de Emergência. Isso não altera a posição do STCC face ao mesmo e em particular face às limitações de liberdades democráticas que este implica. Pelo contrário, perante a onda de despedimentos que já se começa a sentir noutras áreas profissionais, fica demonstrado que, mais do que assegurar uma Quarentena geral, o Estado de Emergência tem o efeito perverso de limitar os trabalhadores e cidadãos na sua defesa face às consequências económicas e sociais da pandemia. Não obstante, não queremos colocar os trabalhadores de call-center perante situações que periguem o seu emprego e direitos e por isso damos as instruções acima, no sentido de restringir o âmbito desta Greve.

9. Optamos por manter a Greve a partir do próximo dia 24 de Março, não só porque não vimos as nossas reivindicações totalmente satisfeitas. Mas também porque pensamos ser essencial não abrir mão daqueles recursos que os trabalhadores e a população têm de fazer valer os seus direitos, nomeadamente o direito à greve. Queremos Teletrabalho sem perda de remuneração e quarentena paga enquanto dura a transição. Queremos igualmente o direito a ter direitos a e a lutar por eles, algo que será mais necessário que nunca nos tempos difíceis em que vivemos.

21 de Março de 2020
A Direcção do STCC

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TELETRABALHO

NÃO TENHO EM CASA MEIOS PARA O TELETRABALHO, ESTOU EXCLUÍDO?

Não! A lei determina que “”os instrumentos de trabalho respeitantes a tecnologias de informação e de comunicação utilizados pelo trabalhador pertencem ao empregador, que deve assegurar as respectivas instalação e manutenção e o pagamento das inerentes despesas” (art. 168º do Código do Trabalho)”

Ou seja: se o trabalhador não tem meios, a empresa tem de garanti-los. Por exemplo, a ausência de computador ou de computador compatível pode ser superada através da disponibilização do computador que o trabalhador usa habitualmente na empresa, mediante assinatura de termo de responsabilidade.

Se o trabalhador não tem internet ou se a sua internet não tem a velocidade suficiente a empresa tem de assegurar a “instalação, manutenção e o pagamento das inerentes despesas”. O mesmo é válido quanto a eventuais acréscimos da despesa na electricidade.

Portanto, os meios tecnológicos detidos pelo trabalhador em casa não determinam se o trabalho que exerce é compatível com o teletrabalho. É a natureza do trabalho que determina se ele é compatível. Ou seja, se tenho um colega a exercer uma determinada função em teletrabalho, não me pode ser negado que exerça essa mesma função devido a não ter os meios em casa. Cabe à Entidade Patronal assegurar esses meios.

A Entidade Patronal pode negar-se a transitar para Teletrabalho alegando o dever de confidencialidade, o RGPD e outras questões afins?

Não! O dever de confidencialidade, lealdade e do cumprimento legal do RGDP mantém-se e não depende de forma alguma do local onde é exercido o trabalho. Tanto Empregador como Trabalhador estão obrigados a respeitar este regime, mesmo em Teletrabalho e nada no Teletrabalho impede que isso aconteça.

O mesmo é válido para qualquer outro regime de confidencialidade, previsto na lei ou nos contratos de trabalho. Diversas empresas bancárias, de seguros ou outras, que lidam com dados confidenciais já estão em regime de teletrabalho.

Copia o requerimento que disponibilizamos abaixo, imprime, digitaliza e envia para a tua empresa. Divulga junto de todos os teus colegas.

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Requerimento de Transição para Teletrabalho

Venho por este meio requerer a transição para o regime de Teletrabalho. Este requerimento é feito no âmbito do recente DL 10-A/2020 que determina que “Durante a vigência do presente decreto-lei, o regime de prestação subordinada de teletrabalho pode ser determinado unilateralmente pelo empregador ou requerida pelo trabalhador, sem necessidade de acordo das partes, desde que compatível com as funções exercidas.”

Faço este requerimento por considerar que: 1) o trabalho em call-center (em funções de atendimento, front-office, back-office, supervisão, qualidade ou outras), é por natureza compatível com o regime de teletrabalho; 2) que o mesmo DL 10-A/2020 determina “A situação excepcional que se vive no momento atual e a proliferação de casos registados de contágio de COVID-19 exige a aplicação de medidas extraordinárias e de carácter urgente.”, pelo que constrangimentos como as práticas de controlo de sigilo e confidencialidade ou outros similares, ainda que devam ser respeitadas pelos trabalhadores e empregadores, não devem constituir um entrave à transição para o regime de teletrabalho; 3) que, são deveres do empregador nos termos das alíneas G), H) e I) do n.º 1 do artigo 127.º da Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro: “G) Prevenir riscos e doenças profissionais, tendo em conta a protecção da segurança e saúde do trabalhador, devendo indemnizá-lo dos prejuízos resultantes de acidentes de trabalho; H) Adoptar, no que se refere a segurança e saúde no trabalho, as medidas que decorram de lei ou instrumento de regulamentação colectiva de trabalho;”

Na ausência de uma resposta célere a este requerimento, e perante a existência de perigo sério e iminente de propagação do vírus, reservo-me ao direito de não cumprir com o meu dever de assiduidade, aguardando em regime de quarentena que a minha entidade patronal garanta, nos termos da lei, os meios que permitam a transição para o regime de Teletrabalho.

Data: __/__/2020

Assinatura:________________________________________

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OBRIGATORIEDADE DO TELETRABALHO | DECRETO 2-A/2020

“Teletrabalho

É obrigatória a adoção do regime de teletrabalho, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam.”

https://dre.pt/home/-/dre/130473161/details/maximized?fbclid=IwAR27DP6GFcRH_1ohnhPXYOLzefr5N_RCqK7Yhx_9oM4pVcvquoMtR0tOPnE

 

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COMO PEDIR UMA INSPECÇÃO AO MEU CALL-CENTER PARA GARANTIR CONDIÇÕES CONTRA O COVID-19?

Continuamos a receber informações de situações de total irresponsabilidade da parte de empresas de call-center, que mantém os seus trabalhadores em condições que não garantem o mínimo de condições contra a propagação do Covid-19.

Nesses casos, cada trabalhador pode e deve pedir à sua Unidade de Saúde Pública local que faça uma inspecção. Abaixo disponibilizamos um modelo de pedido de inspecção que pode ser copiado, preenchido e enviado. O modelo abaixo é apenas um exemplo, que pode ser adaptado a cada caso.

Após preenchido o modelo abaixo, deve ser enviado para a Unidade de Saúde Pública da respectiva zona Geográfica através de e-mail

(Exemplos:

usp.mediotejo@arslvt.min-saude.pt

usp.braga@arsnorte.min-saude.pt

usp.baixomondego1@srscoimbra.min-saude.pt

usp.portoocidental@arsnorte.min-saude.pt

usp.espinhogaia@arsnorte.min-saude.pt

usp.povoa-vconde@arsnorte.min-saude.pt )

Os contactos das restantes USP’s podem ser encontrados através de uma pesquisa rápida online.

Modelo de Pedido de Inspecção:

Exmos. senhores,

Em _________________ (localidade), encontra-se a funcionar a empresa __________(Nome da empresa), com instalações em _________________(Local das instalações).

Estes trabalhadores encontram-se a trabalhar nas seguintes condições: _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ ______________________________________( Ex: a atender chamadas a uma distância que não respeita as recomendações da direcção geral de saúde, em locais sem acesso a desinfectante e sem a higiene a que a corrente situação de pandemia obriga, etc…)

Já foram efectuados vários pedidos de correção destas situações, e apesar de ser possível mover uma parte destes trabalhadores para regime de teletrabalho, uma parte substancial necessita de protecção contra a pandemia em forma de condições de higiene e segurança concordantes com as indicações dadas pelo vosso organismo.

Desta forma, venho por este meio solicitar inspeção e intervenção de vossa parte por forma a evitar termos mais uma corrente de transmissão do Covid-19, que pode e deve ser evitada.

Desde já deixo o meu contacto telefónico para qualquer esclarecimento que entendam necessário.

Cordialmente:

__________________ (Nome)

________________ (Número de telefone)

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Trabalhadores dos call centers exigem teletrabalho

Danilo Moreira*

Reafirmamos que, mais do que nunca, nossas vidas valem mais que os lucros das Multinacionais ou de Conivências e /ou Negligências Governamentais!

  • Não vais querer Saber?
  • Não vais querer Assinar?
  • Não vais querer Partilhar?
  • Responsabilidade Social!
  • tás logado ou nem por isso?

Por Mim, Por Ti, Por Todos Nós

(Classe Trabalhadora, Amigos, Familiares, População em Geral com a qual nos cruzamos no quotidiano seja nos Transportes Públicos, na Aquisição de Bens Essenciais, Farmácias etc.…)

Existe um Potencial e Brutal Risco de Contágio nos Locais de Trabalho sobretudo no caso dos Call Centers e Serviços Partilhados (Shared Service Center), locais esses onde chegam a trabalhar mais de Mil pessoas num único edifício que muitas vezes chega a ter mais de 10 andares em que nos elevadores andam sempre sobrelotados.

(Esta nossa preocupação é não só a nível nacional como a nível internacional dadas as condições e formas de organização laboral são na sua maioria idênticas independentemente do país onde possam existir.

Por outro lado, entendemos que é totalmente desnecessário sobrecarregar ainda mais a capacidade SNS (Serviço Nacional de Saúde) face às limitações do mesmo e o desgaste de todos os profissionais que merecem todo o nosso respeito e consideração e que devem contar com todo o nosso apoio.

Há que referir ainda que a maior parte destes sectores são explorados por multinacionais que auferem anualmente lucros brutais e que se houver vontade destas entidades aplicarem o teletrabalho o conseguem fazer com os seus € que acumulam faz anos.

Quanto aos Governos a nível mundial ao fecharem os olhos neste aspecto estão a ser coniventes e negligentes colocando ainda mais em risco toda a população mundial

Nota: Esta petição foi criada pelo Stcc (Sindicato dos Trabalhadores de Call Center) tás logado? que desde a sua criação Abril de 2014 tem vindo a reclamar quer junto das entidades Patronais quer junto do Governo que seja aplicado condições de HST (Higiene e Segurança no Trabalho) nos Call Centers por considerarmos  particularmente que a nossa realidade laboral e mais recentemente os Serviços Partilhados (Shared Service Center) são actividades de fácil implementação do Teletrabalho sem desfazer de outros sectores de actividade laboral que igualmente nos preocupam enquanto sindicato e que na medida dos possíveis deve ser também implementado o Teletrabalho devido à situação actual que se vive a nível mundial.

Vais Assinar a petição?

Calamidade Pública: Ausência de Condições Laborais Call Centers e Shared Services Centers acentuadas pelo COVID-19

https://peticaopublica.com/?pi=PT97348

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Seminário Internacional “Partilhar a riqueza e o poder – Mais democracia no trabalho”


A partir do dia 20 de fevereiro, a BASE-FUT e o Centro de Formação e Tempos Livres vão organizar, com o apoio do EZA, um seminário internacional sob o tema “Partilhar a riqueza e o poder – Mais democracia no trabalho”. O seminário irá decorrer em Sintra e juntará membros de organizações de trabalhadores vindos de toda a Europa. Este evento pretende refletir sobre a situação da democracia no trabalho nos vários países europeu e construir novos caminhos para fortalecer a democracia económica e social. Quatro painéis são previstos para aprofundar estas questões: “Desigualdades em Portugal e na Europa: causas e manifestações”, “Participação dos trabalhadores e democracia no trabalho: elemento de progresso económico e social”, “A política fiscal na agenda dos sindicatos: recuperar o imposto como ferramenta fundamental de redistribuição democrática da riqueza” e “O papel da negociação coletiva na partilhar da riqueza”. Estas sessões contarão com intervenções de investigadores e militantes de organizações de trabalhadores com vista a promover o debate. Ao longo do seminário, os conteúdos dos debates serão divulgados no site da BASE-FUT.

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“Simulacro” @logado? A Arte de DES cuidar!!! Call Center da José Mello Saúde CUF… “Desprotecção” Civil! HST!!!!! @tás logado?


CALL-CENTER GRUPO CUF:
TRABALHADORES IMPEDIDOS DE PARTICIPAR EM SIMULACRO DE INCÊNDIO!

No dia 13 de Novembro de 2019, foi realizado uma simulacro de incêndio no edifício Entreposto onde funciona o call-center da CUF, Grupo José Mello Saúde.

Os trabalhadores, mais de cem naquele momento, foram obrigados a ficar a trabalhar nos postos de trabalho enquanto decorria o simulacro!

O atendimento ao cliente foi realizado debaixo do som de alarmes e sirenes, durante cerca de meia hora. A nenhum dos operadores foi dada formação ou informação sobre a evacuação do edifício em caso de incêndio e apenas algumas chefias foram envolvidas no simulacro, pelo que o simulacro não teve qualquer efeito prático para quem lá trabalha, que fica dependente que as chefias responsáveis pelo procedimento evacuem mais de 100 operadores em caso de incêndio num edifício que é um autêntico “labirinto” e onde funcionam vários call-centers e outras empresas (como a Konecta ou a Santa Casa da Misericórdia), ou seja, onde trabalham centenas ou milhares de pessoas.

É gravíssima atitude da empresa, dos seus responsáveis, assim como da Protecção Civil. O lucro, mais uma vez, fica à frente da protecção, saúde e de segurança de quem trabalha e, mais uma vez, com a conivência das autoridades competentes.

O STCC não aceita esta situação!

#cuf
#josemellosaude
#callcenter
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#stcc
#simulacro
#hst
#higieneesegurançanotrabalho
#precariedade
#assedio
#protecçãocivil

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“NO PAÍS DA GERINGONÇA” Emprego. Do call center ao “burnout”, do “burnout” ao call center , Audio Completo


“NO PAÍS DA GERINGONÇA”
Emprego. Do call center ao “burnout”, do “burnout” ao call center

Estivemos logados em Directo e na Rádio Renascença:
Comentários de Danilo Moreira (STCC, tás logado?) e
Jorge Líbano Monteiro (ACEGE | Associação Cristã de Empresários e Gestores)

 

Reportagem de Tiago Palma
https://rr.sapo.pt/…/emprego-do-call-cente…/especial/165674/

Leia também:
Habitação. Quando o “bullying” mora ao lado
Saúde. Afinal, quantos utentes pode um médico ter? 2.063, se for a “sôtora João”
Finanças. Por causa de 60 euros, o Fisco quase levou a casa de Sandra
Educação. A espera da professora Leonor, que só com 64 anos entrou no quadro

#táslogado?
#stcc
#callcenter
#Renascença

“NO PAÍS DA GERINGONÇA”

Emprego. Do call center ao “burnout”, do “burnout” ao call center

25 set, 2019 – 09:00 • Tiago Palma (reportagem, locução, sonorização e ilustração) com André Peralta (pós-produção áudio)

Tinha esperança que fosse temporário, ela que sempre pensou ser tradutora, mas fá-lo há já seis anos e não vê um fim: Alexandra é operadora de “call center”. Ao fim de um ano, sofreu um esgotamento profissional (quase um terço dos trabalhadores portugueses estão em risco) com o qual ainda luta, a custo de antidepressivos. Esteve de baixa poucas semanas, porque se assim continuasse “não teria o que comer”. Voltou, mas denuncia: “Muito facilmente se morre disto.” O número de desempregados já tocou o valor mais baixo deste século. Mas parte dos novos contratos são, como no “call center” de Alexandra, precários. Enquanto decorrer a campanha para as legislativas, a Renascença tira a radiografia ao país em áreas-chave, com histórias na primeira pessoa. Depois da habitação, segue-se o emprego.

"No país da Geringonça": Emprego

 

Leia também:


É quase mecânico o corpo, o gesto. Chega ao trabalho, busca a cadeira, já ruça no assento, de rodas frouxas, um encosto que range. Senta-se e a tendinite dá de si.

Coloca os auscultadores que lá não arrefecerem, ajusta-os, a tendinite dá mais de si. Aproxima-se do ecrã, a visão está hoje mais turva. Cai uma chamada, depois outra. Outra e outra e outra. O supervisor exige celeridade. O computador não está a responder. O supervisor pede-lhe que venda mais. O cliente recusa, ofende-a. O computador ainda não está a responder. Não consegue vender a reserva num quarto de hotel. Quer fazer uma pausa, mas não pode. Fraqueja o corpo, o gesto.

Alexandra, de 45 anos, é operadora de “call center” há seis. Sonhava ser tradutora mas não foi – e, pelo meio, fez quase tudo: foi secretária, trabalhou num aeroporto, deu explicações, aulas, sempre precária, sempre a recibos verdes.

Este é só mais um dia na vida. Alexandra rejeitava-a se pudesse. “Está a ver quando você chora compulsivamente? Antes mesmo de ir! Quando lá está, vai à casa de banho, chora compulsivamente. Vem para casa, enrola-se no sofá em posição fetal, e chora, chora, chora…” Alexandra aguentou um ano e meio até “estourar”. Foi a um médico. “E assim que eu comecei a falar, ele disse que eu tinha entrado em ‘burnout’.”

Uma baixa demasiado breve

Esta síndrome do esgotamento profissional consta, desde maio, da lista de doenças aprovada pela Organização Mundial de Saúde. Em Portugal, e segundo um estudo recente da Deco, quase um terço dos trabalhadores, sobretudo os precários como Alexandra, estão em risco de ‘burnout’.

A Alexandra foram-lhe prescritos antidepressivos e ansiolíticos. “Porque, no fundo, a pessoa está em depressão, está esgotada, emocionalmente não consegue fazer mais nada, a pessoa fica zombie”, explica. Pediu ao médico para lhe passar uma baixa. Mas a baixa foi breve. E Alexandra regressa ao “call center” poucas semanas depois. Mas o “burnout” continuava lá. Continua lá.

“A minha baixa foi muito breve, estamos a falar de 20 dias, depois voltei ao trabalho. Não se cura um ‘burnout’ em 20 dias. E é por isso que eu não me vou livrar de tomar a medicação que estou a tomar para o resto da vida. Porque voltei? Porque não tinha dinheiro para comer. Quando se está de baixa médica os rendimentos baixam muito, recebemos cerca de 50% do salário base, que no meu caso era de 740, 750 euros – ganhamos exatamente a mesma coisa quando se entra e até… ad eternum.”

Alexandra voltou, pediu que lhe reduzissem em metade o horário, e reduziram, mas não voltou a mesma. Não aceitou mais a pressão que a pôs naquele estado.

“Depois dizemos que estamos a borrifar-nos para os números, que não quero saber se estou a ultrapassar a pausa ou não, não quero saber de nada. Cada vez que precisar de ir lá fora, vou. E é rezar para saber o que é que acontece. O facto de uma pessoa se aguentar tem muito a ver com o que temos de fazer para sobreviver. Eu tinha de fazer aquilo para sobreviver”, conta.

Uma profissão que “não existe”

Hoje, e segundo o sindicato que os representa, o STCC, existem quase 100 mil trabalhadores de “call center” em Portugal. O negócio, lucrativo, representa perto de 1% do PIB nacional. Há diversas empresas no setor, desde as que têm “call centers” próprios, como a PT, NOS, Vodafone, EDP ou Teleperformance, até às que são empresas de trabalho temporário, como a Randstad, Adecco, Kelly Services ou Manpower, que são subcontratas por outras empresas para prestar um serviço de “call center”. A profissão, no entanto, “não existe”, lamenta Alexandra.

O sindicato batalhou. Fez chegar ao Parlamento uma petição não só para que exista mas também para que seja considerada uma profissão de rápido desgaste – precisamente por o caso de Alexandra não ser um caso único. Atualmente, são consideradas profissões de rápido desgaste ser piloto, mineiro, pescador, bailarino e até borbadeira da Madeira. A petição acabou por chegar ao hemiciclo em janeiro. Alexandra lembra o que aconteceu a seguir.

“Nós tivemos uma resposta claríssima da parte da Geringonça. Quando a petição tinha o número de assinaturas suficientes foi discutida na Assembleia e o que disseram foi: ‘Vamos formar uma comissão para averiguar o que se pode estar a passar nos ‘call centers’. O que é que se averiguou? Que tenha chegado a mim, nada. Sabe, isso convém-lhes imenso. Porque enquanto isto for assim, os patrões vão poder fazer aquilo que lhes der na real gana connosco. E isso obviamente convém aos amiguinhos do Governo, que não quer legislar de forma a que possamos ter proteção. Não existo! Nem eu nem os outros…”

Alexandra indigna-se. Vê responsáveis na doença que a afetou. O que não vê é uma solução. “Em última instância, culpa-se o Governo, a Assembleia, tudo quanto é legislador, porque continua a não legislar o suficiente para proteger as pessoas. Em última instância, os culpados vão ser sempre os dirigentes do país, que não cuidam das pessoas, que não têm uma proteção legal à qual possam recorrer e que seja eficaz no caso de serem abusadas. As pessoas são todos os dias violentadas nos ‘call centers’ de uma forma brutal e não há uma peça na legislação para as proteger. No entanto, eu vou lá e trabalho. Tudo quanto é fisco, tudo quanto é descontos de Segurança Social… nós existimos para todo o lado, menos para a legislação laboral nos proteger.”

Ratoeiras de 10 minutos

No que é lei, nada se alterou. Lá, no “call center”, também nada se altera. As condições de trabalho são insuficientes. O trabalho é muito, demasiado.

“São oito horas a ouvir sempre pessoas aos gritos. Oito horas… é como quem diz: o horário, teoricamente, é das nove às seis. O que é que acontece? Se me cair uma chamada a faltar dois minutos para as seis, esteja lá a chamada o tempo que estiver, eu tenho que a atender até ao fim, nem que seja por mais uma hora e meia, e não ganho mais um tostão por causa disso. Acontece muitas vezes, não é uma vez por outra. Estamos a trabalhar de graça, é tempo completamente oferecido pelo trabalhador à casa. Ou imposto.”

Nestas oito horas, ou mais, há um espaço, um intervalo, definido para refeições, breves pausas de 10 minutos a cada quatro horas. Há, ou devia haver. “As pausas são uma ratoeira imensa. Na realidade, esse tempo é tempo considerado não-produtivo. E sejamos honestos, 10 minutos? Isso num sítio onde trabalham centenas e centenas de pessoas, onde se tem de ir ao bar comer, onde tem de ir à casa de banho e esperar por vez – porque obviamente está gente na fila –, e descansar, ir lá fora descansar… Obviamente que não se faz tudo isto em 10 minutos. Das duas uma: ou anda perfeitamente em contrarrelógio, num stress absolutamente brutal; ou então, borrifa-se nisso e faz a sua pausa quando tem de fazer. Só que tem a contraparte: não cumpre os objetivos e não recebe prémio absolutamente nenhum.”

São estes prémios que fazem o ordenado, em si mesmo baixo, melhorar. Mas recebem-nos? Em parte. “Há um realista e um irrealista. O realista só serve para a empresa não pagar impostos. E é pago se for lá todos os dias, é um prémio de assiduidade. O outro, irrealista, tem a ver com a produtividade, com vendas, com tempos médios de chamada – o apoio ao cliente tem que ser feito em sete minutos, nem um a mais –, e só o vemos em casos muito extraordinários, que só dependem da sorte e não da competência.”

O assédio moral é outro problema que Alexandra denuncia. “O assédio moral é permanente. Por exemplo, nós tivemos um supervisor que, de hora a hora, ou de duas em duas horas, estava a mandar os resultados por e-mail. Resultados como taxa de conversão, tempo médio de atendimento de chamada, em que ponto é que estávamos. E dizia assim: ‘Estamos numa conversão muito baixa, o que é que se passa?! O tempo médio de atendimento está altíssimo, o que é que se passa? Temos de melhorar, temos de melhorar!’ Assisti muitas vezes a cenas muito feias de supervisores aos gritos com os agentes e os agentes com os clientes ao telefone, porque estavam a demorar imenso tempo na chamada, porque não estavam a vender… É permanente.”

Coragem de falar, temor da morte

O desemprego em Portugal está abaixo da média da Zona Euro, segundo a Eurostat. A descida prolonga-se há praticamente seis anos e no Programa de Estabilidade o Governo prevê que termine o ano nos 6,6%. O número de desempregados inscritos no Instituto do Emprego e Formação Profissional atingiu mesmo, em maio de 2019, o valor mais baixo deste século: 305.171 inscritos. No entanto, os trabalhadores com contrato a termo e os trabalhadores noutras situações precárias representam 21,3% do total.

Alexandra denuncia a sua dor, outros não o fazem por, precários, temerem ser despedidos. “Quando chegam ao fim do contrato, não há renovação de contrato. Isso já aconteceu a várias pessoas exatamente por terem a coragem de falar. Nós temos um colega de ‘call center’ que está suspenso há dois meses sem saber porquê. Não lhe chega nota de culpa nenhuma, não lhe chega nota de ter um processo disciplinar, não lhe chega absolutamente nada”, recorda.

Apesar de tudo, o que teme não são as represálias. Teme pela vida. “Eu tenho 45 anos, não é fácil arranjar emprego aos 45 anos. Não quer dizer que eu não tente, eu continuo a tentar, mas ter 45 anos não é a mesma coisa que ter 25, 27 ou 30 anos… Não tenho outra hipótese senão aguentar-me. Eu obviamente também tinha esperanças que fosse temporário. Neste momento, começo a ter bastante menos. Mas isto é algo que nos mata. A prazo, mata. Quem tiver, mesmo que não saiba, algum problema cardíaco, algum problema de saúde que esteja lá escondido, muito facilmente morre disto.”

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Discursos de Ódio etc… de coisas abomináveis por não trazerem nada de positivo para uma sociedade melhor, muito pelo contrário! Nem AQUI, NEM EM LADO ALGUM! Contra a conferência Neonazi do dia 10 de Agosto em Lisboa


Descobre-te, Mexe-te e Faz Acontecer!
Qual é a tua verdadeira essência?
De que lado estás da Barricada?
Portugal é Racista?
Portugal é Fascista?
Portugal Apregoa Discursos de Ódio, Xenófobos etc….?
Portugal Pactua com Discursos Ódio e Populistas de Extrema Direita?

 

Contra a conferência Neonazi do dia 10 de Agosto em Lisboa

No Nazis in our Streets Organizações Apoiantes

 

 

Esta resposta no meu entender deve ser dada nas RUAS e/ou Através da Assinatura e Partilha Desta Nossa Petição Entre Outras Acções que Visam Abominar Este e Todos os Outros Tipos de Iniciativas Similares!

Não Basta Ficarmos Pelas Palavras,
Precisamos de Acções Concretas Já!

10 AGOSTO 2019 Mobilização Nacional Antifascista
às 13:00 Praça Do Rossio
Praça D. Pedro IV, Lisboa

Aparece, Mobiliza!
Por ti, Por Mim, Por todos Nós!

Por Um Mundo Melhor Recheado de Amor e Solidariedade entre todos os demais seres vivos!

Conto contigo na Manif e caso ainda não tenhas assinado espero que assines esta petição!

Queremos e vamos fazer-nos ouvir no parlamento quer no sentido de travar esta iniciativa quer por outras que eventualmente possam vir a ocorrer!

A petição já conta com 8.990 assinaturas

https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=NoNazisOnOurStreets&fbclid=IwAR3Nqx2bIx_ylcroonPrWkU-J3idZEiZMPNbHJWkrhY7HcFjuz-RXOE05JU

 

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“Por detrás do glamour do desenvolvimento tecnológico” Artigo Interessante e Importante de ler, publicado no AbrilAbril.


“A experiência de trabalhar como «externalizado» num call center é digna de constar num qualquer roteiro de experiências aterrorizantes ou de um reality show de superação pessoal ou de sobrevivência.”

Artigo Interessante e Importante de ler, publicado no AbrilAbril

A realidade comum a tantos de nós que trabalhamos em call center, que somos a “voz” de tantas grandes marcas, presentes em praticamente todos os sectores de actividade, que geram milhões de lucro, mas que continuam a ser sub contratados, indefinidamente, anos e anos, por empresas de trabalho “temporário”, (mas cujas funções e trabalho que fazemos nada têm de temporário, a não ser nos contratos).

A realidade por detrás do “glamour tecnológico”.

Por detrás do glamour do desenvolvimento tecnológico

POR HUGO DIONÍSIO
Hugo Dionísio

Hugo Dionísio

A experiência de trabalhar como «externalizado» num call center é digna de constar num qualquer roteiro de experiências aterrorizantes ou de um reality show de superação pessoal ou de sobrevivência.

A Randstad é uma das principais empresas «prestadora de serviços» onde a precariedade é norma.

A Randstad é uma das principais empresas «prestadora de serviços» onde a precariedade é norma. CréditosHugo Delgado / Agência LUSA

Da indústria aos serviços, passando pela energia, pelos transportes e telecomunicações, as empresas de prestação de serviços e agenciamento de trabalho temporário, que respondem pela prática de serviços «externalizados» pelos grandes grupos económicos, constituem uma das mais características formas de proletarização do trabalho que podemos observar neste século XXI. Nenhum sector escapa à tendência imposta pelas «novas formas de organização do trabalho».

Através de relações triangulares e quadrangulares de contratação laboral, em que a um contrato de utilização de trabalho temporário se sucede um de prestação de serviços, numa sucessão de negócios jurídicos que apenas têm em vista embaratecer o trabalho e libertar os grandes grupos económicos do «fardo» do trabalho com direitos, cada vez são mais os trabalhadores que se encontram sob a égide deste tipo de relação de trabalho, caracterizada pela precariedade, pela desregulação e, sobretudo, pela degradação continuada, até ao limite do suportável, das condições de trabalho.

Tomarei como exemplo deste tipo de «externalização» de serviços a experiência do trabalho num contact center ou call center. A experiência de se trabalhar numa empresa deste tipo deveria ser digna de constar de um qualquer roteiro de experiências aterrorizantes ou num reality show de superação pessoal ou de sobrevivência. Contudo, este cenário de terror seria o último que nos viria à cabeça, como característico de um trabalho de «atendimento telefónico».

Em todas as vezes que fazemos o frete de concedermos um pouco do nosso tempo a uma telefonista e, aborrecidos por qualquer insistência mais veemente, classificamos o atendimento com uma nota negativa, nunca conjecturamos que tal classificação funciona como uma guilhotina, só que em vez de estar sobre o pescoço, está sobre a carteira daquela ou daquele operador telefónico. O que às vezes, bem visto, é quase a mesma coisa.

Este tipo de actividade, cujo exemplo encontramos em todos os sectores de actividade, da indústria aos serviços, que tão acelerado crescimento teve nos últimos 20 anos, fruto da «externalização» agressiva de todos os serviços não considerados como sendo do core business, quem o acompanha conhece, com toda a certeza, as depressões crónicas, as tendências suicidas, os esgotamentos nervosos que afectam quem nele é obrigado a ganhar a sua vida. Para estes trabalhadores, trabalhar para uma grande empresa deixou de significar trabalhar nessa empresa e, acima de tudo, deixou de significar auferir os salários e as condições de trabalho aí praticados.

Na prática, as grandes empresas varreram para debaixo do tapete da legalidade formal todas as práticas ultrajantes de exploração que a sua dimensão global, comunicacional e propagandística diz renegar. Claro que referindo-nos a empresas certificadas em Qualidade, em Segurança e Saúde, em Recursos Humanos, em ambiente e, mais importante, em Responsabilidade Social, o tipo de práticas desenvolvidas pelas empresas de prestação de serviços e de trabalho temporário ficar-lhes-iam muito mal.

O que lhes fica mal fazerem directamente encomendam a encapotadas e duvidosas empresas prestadoras de serviços, que mais não são – e muitas também o são – agências de emprego precário, de subemprego e de emprego em condições social e humanamente indignas.

«O que lhes fica mal fazerem directamente encomendam a encapotadas e duvidosas empresas prestadoras de serviços, que mais não são – e muitas também o são – agências de emprego precário, de subemprego e de emprego em condições social e humanamente indignas»

A estas prestadoras de serviços, que contratam os trabalhadores por «campanha promocional ou publicitária», «por projecto» ou «produto», tudo lhes é permitido, porque vivem na obscuridade comunicacional. Estão debaixo do tapete. Mesmo quando a comunicação social lhes pega, fala sempre em geral e quando muito dos contratos «não permanentes» e dos serviços que prestam às grandes empresas. Estes jornalistas nunca vão realmente ao «osso» da questão.

Qualquer coisa que aqui escreva nunca reflectirá o que se sente quando falamos com essas trabalhadoras e trabalhadores e, mais importante, o que estes sentem ao trabalhar sob as condições que estas «respeitáveis» agências de precariedade praticam.

Falamos acima de tudo de mulheres em idade fértil – depois admiram-se de a população estar a envelhecer – que trabalham com contrato individual de trabalho a termo, temporário ou mesmo com contrato sem termo. Contudo, como a permanência no trabalho depende da existência de um contrato de prestação de serviços com a empresa que os adquire, qualquer que seja a modalidade contratual, os trabalhadores nunca se livram da sensação de insegurança quanto ao emprego.

As condições retributivas, os prémios e as penalizações

Começando pelo salário, normalmente este tem uma componente base, que anda à volta do salário mínimo nacional. Todas as outras componentes são variáveis, como os prémios de assiduidade e produtividade.

Muitas vezes o cálculo dos prémios é feito por pontos, podendo acrescentar-se ou diminuir-se pontos em função da performance de cada trabalhadora ou trabalhador. Por exemplo, a utilização de determinada linguagem negativa como uma palavra «não», ou algo como «não deve fazer», ou «não pode fazer», pode ser um suficiente para gerar uma penalização de pontos.

Outras vezes, as chamadas efectuadas são auditadas no final e cada dia, por atentos “controllers” que tudo resumem à matemática simples, desde que seja para, no final de cada mês, pagar o mínimo de prémio possível.

Uma chamada mais demorada, também pode gerar penalizações. No final do dia, pode surgir a pergunta: “esta chamada está programada para durar 1 minuto, porque demoraste dois e meio na chamada número 22?” Justificação insuficiente e guilhotina salarial a funcionar.

«Uma chamada mais demorada, também pode gerar penalizações. No final do dia, pode surgir a pergunta: “esta chamada está programada para durar 1 minuto, porque demoraste dois e meio na chamada número 22?” Justificação insuficiente e guilhotina salarial a funcionar»

O controlo do número diário de chamadas também pode trazer problemas: «porque é que hoje fizeste 34 chamadas, se a tua média diária é 51?» ; ou, «onde é que estiveste entre as 10h e 05m e as 10h e 08m? O teu posto estava em off»? Toma lá com a guilhotina, diz o sempre zeloso – e também mal pago – controller.

Algumas «infracções» implicam a perda de pontos no prémio de produtividade, outras implicam perdas no prémio de assiduidade. No final, é sempre impossível chegar aos 100% de prémio. Não será esse o objectivo?

Se a trabalhadora tem a liberdade – ou libertinagem, para a entidade patronal – de se sindicalizar no sindicato errado – bem sabemos quais são –, chegam ao ponto de encaminhar as chamadas mais demoradas para o seu terminal para que, no final, o prémio de produtividade seja menor. Não se poupam a gastos quando se trata de controlar o controlo!

A adicionar, em algumas funções ainda é permitido fazer tasking. E o que é o tasking? É mais uma original ilegalidade de exploração em massa. Os trabalhadores e trabalhadoras dessas funções, chegando ao final do dia de trabalho e cumprido o horário, são «convidados» a trabalhar à peça. Podem ganhar mais uns euros por cada processo inserido no sistema, ou por pacote de processos, artimanha que baixa o salário/hora e contorna o controlo do tempo de trabalho, por não constar dos mapas e ser registado como «prestação de serviços». No final, estes trabalhadores lá levam mais uns míseros euros mensais que, adicionados ao seu parco salário e à custa da sua vida pessoal e social, nunca chegarão para um rendimento verdadeiramente decente.

Tempo de trabalho totalmente desregrado

O tempo de trabalho, que ronda as 40 horas semanais e as oito horas diárias, em alguns casos é controlado ao minuto, descontando-se todos os minutos não trabalhados. Um pequeno atraso, uma ida à casa de banho mais apressada e não autorizada, podem justificar descontos de tempo, com danos na retribuição.

Mas não é só. Casos existem em que tendo os trabalhadores o direito «formal» a uma pausa de 10 minutos a meio da manhã e da tarde, são raros os dias em que dela usufruem. Na maioria das vezes surge um aviso a dizer «pausas suspensas». Tudo porque o trabalho aperta. Quer dizer, quatro horas sem sair do posto de trabalho e ao ritmo normal, pois tudo é medido parcimoniosamente.

«Por causa do tasking muitos trabalhadores e trabalhadoras nem as 11 horas de descanso consecutivo entre dois turnos goza. Pois o call center está aberto das 8h às 23h e tal significa que quem fique até ao fecho goze no máximo nove horas consecutivas de descanso»

Por causa do tasking muitos trabalhadores e trabalhadoras nem as 11 horas de descanso consecutivo entre dois turnos goza. Pois o call center está aberto das 8h às 23h e tal significa que quem fique até ao fecho goze no máximo nove horas consecutivas de descanso.

Nestes casos, o recurso à autorização de extensão do período de funcionamento, para que se estes centros possam estar em funcionamento até às 23h ou até à meia-noite, mais não serve do que para desregrar profundamente o tempo de trabalho. Embora a lei exija justificações técnicas para que tal extensão seja aprovada, ninguém acredita que um centro de atendimento tenha de estar aberto até às 23h horas por razões técnicas.

Débeis condições de segurança e saúde no trabalho

Cadeiras estragadas ou que não são reguláveis, falta de apoios para os pés, trabalhadores a mais tendo em conta o espaço, má ventilação, condições térmicas inadequadas, muitas são as queixas relativas às condições de segurança e saúde no trabalho por parte de quem exerce este tipo de actividade.

Contudo, nenhuma chega aos calcanhares das que se fazem quando falamos de riscos psicossociais. Os ritmos de trabalho extenuantes, as penalizações, o controlo sobre controlo, a monitorização à palavra, ao minuto e à tarefa, tornam tudo muito mais difícil de suportar, sendo as queixas de depressão, esgotamento e stresse laboral as que mais se recebem dos trabalhadores e trabalhadoras aí presentes.

A violência psicossocial exercida sobre quem trabalha nestas actividades começa no dia da celebração do contrato de trabalho: «olhe que o contrato só dura enquanto durar o contrato de prestação e serviços». O carácter perene da actividade contratada é independente da modalidade contratual utilizada. Depois entra-se na espiral que pode levar a turnos duplos, a situações de 15 horas de trabalho consecutivas e a um ritmo desenfreado estabelecido com base na duração de cada operação, numa progressiva redução que visa a maximização dos resultados.

«Relatos existem de situações em que trabalhadoras sofrem acidentes de trabalho, das instalações do call center chamam a ambulância, faz-se a participação de acidente e, passados uns dias, os recursos humanos exigem à vítima justificação das faltas ao trabalho, sob pena de as considerem injustificadas»

Relatos existem de situações em que trabalhadoras sofrem acidentes de trabalho, das instalações do call center chamam a ambulância, faz-se a participação de acidente e, passados uns dias, os recursos humanos exigem à vítima justificação das faltas ao trabalho, sob pena de as considerem injustificadas.

Os exames médicos são realizados, muitas vezes, por médicos sem especialização em Medicina do Trabalho, e muito menos tendo em consideração as condições materiais em que é prestada a actividade profissional de cada um.

Estas são apenas algumas ínfimas situações que ocorrem nos casos que foram objecto de atenção.

A Liberdade fica à porta de entrada

Numa república regida pela liberdade, democracia e dignidade da pessoa humana, como refere a nossa Constituição, vale sempre a pena referir a enorme coragem de quem, em condições tão terríveis, ainda tem a coragem para enfrentar as mais servis hierarquias e exigir, individual e colectivamente, melhores condições de trabalho.

Confrontando-se com as múltiplas barreiras colocadas por entidades patronais que fazem da desregulação formal e informal, bem como da cumplicidade das entidades oficiais, o seu modus operandi, tudo com vista à intensificação da exploração sobre quem vive do seu – parco – salário, os corajosos que decidem abraçar esta ancestral luta pela dignidade da pessoa humana que é o sindicalismo têm ainda de se confrontar com penalizações como o desconto de dias de férias, a atribuição de faltas injustificadas, tudo por causa dos créditos sindicais a que têm direito.

Convém também dizer que, para além da actividade sindical que desenvolvem, estas trabalhadoras e trabalhadores têm também de trabalhar como todos os outros, para que no final do mês, tal como os demais, o salário que venham a auferir para nada mais sirva do que do que para matar a fome mais imediata. Nada de planos arrojados como a compra de casa própria, automóvel ou viagens. Ter filhos é um luxo a que muitas mulheres não se podem entregar.

O que esconde a sofisticação tecnológica de um call center

Todo este mundo de impunidade, exploração desumana e cumplicidade silenciosa acontece sob uma capa de sofisticação superficial própria de empresas que, fazendo uso das mais velhas e requentadas formas de exploração humana, sabem que o nome call center ou contact center ainda passa a ideia de um glamouroso requinte tecnológico.

Contudo, a posição de muitos trabalhadores dos call center, da Uber ou da logística, é tão precária quanto isto: o seu trabalho existe na exacta quantidade em que os sistemas de inteligência artificial os conseguem ou não substituir. Carros autónomos, atendedores digitais, repositores robotizados, será uma questão de tempo até que uns tomem o lugar de outros, num sistema de trabalho em que os meios de trabalho ocupam o lugar dos seres humanos e os seres humanos passam a meros meios de trabalho, descartáveis e para os quais estão apenas reservadas as tarefas que o capital ainda não consegue automatizar.

Esta realidade não seria tão amarga se o desenvolvimento tecnológico fosse colocado ao serviço da humanidade e não da exploração desta. Se a este desenvolvimento associássemos a redução do horário de trabalho, o aumento das pausas para descanso e aumento dos dias de férias, uma política de qualificação constante dos trabalhadores associada a mecanismos de progressão da carreira que os induzissem a tarefas mais intelectuais e menos expostas à automação… Tudo seria diferente. Mas seria também totalmente contra-natura quando consideramos o sistema em que vivemos, um sistema assente na exploração de recursos (sejam quais forem) e no desenvolvimento dos meios tendentes à sua intensificação.

«Estes postos de trabalho, quanto mais próximos estão da destruição, mais eficazes são na destruição dos trabalhadores que empregam. Como se as empresas que os gerem soubessem do seu carácter transitório e que tal transitoriedade as liberta de responsabilidades futuras. Afinal são os trabalhadores, as suas famílias e a sociedade que pagam tais prejuízos enquanto os seus causadores vão saindo mais ou menos incólumes»

Estes postos de trabalho, quanto mais próximos estão da destruição, mais eficazes são na destruição dos trabalhadores que empregam. Como se as empresas que os gerem soubessem do seu carácter transitório e que tal transitoriedade as liberta de responsabilidades futuras. Afinal são os trabalhadores, as suas famílias e a sociedade que pagam tais prejuízos enquanto os seus causadores vão saindo mais ou menos incólumes.

Os grandes grupos económicos que beneficiam destas actividades descartaram-nas para empresas prestadoras de serviços, ou de trabalho temporário, que se canibalizam entre si para ganharem o máximo de contratos possível. Estes «empreiteiros» dos tempos modernos tendem a espremer ao máximo os trabalhadores a seu cargo, tudo para provarem às grandes corporações que são ultra competitivos e ultra rentáveis e que conseguem os melhores resultados.

E as grandes corporações que varrem para debaixo do tapete toda esta vergonhosa lixeira, no final ainda são premiadas. A revista Human Resources premeia: a Randstad como «A melhor prestadora de serviços globais»”; a Fidelidade, que explora o aterrorizador call center de Évora, leva com o prémio «Responsabilidade Social». E assim, com toda esta luminosidade se mantém obscura a realidade: que estas empresas utilizam estas chancelas apenas como forma de marketing.

Dá vontade de perguntar quem premeia estes verdadeiros heróis e heroínas que sobrevivem todos os dias à agressão moral de se trabalhar para entidades cuja imagem reflectida esconde a sua verdadeira essência.

Como em tudo, também aqui se estabelecem as diferenças quando olhamos para os factos. Perante a realidade todas as diferenças ganham vida e é nesse quadro que se faz a verdadeira luta por um mundo melhor. De boas intenções está o capital cheio!

Fonte:

https://www.abrilabril.pt/trabalho/por-detras-do-glamour-do-desenvolvimento-tecnologicofbclid=IwAR1LXxbmPi0zaweMGjtYuNLjSPKgroJM24Ka7O3lF0V9jmXjdnCkFVoAXXo

 

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ORGULHO E PRECARIEDADE, Solidariedade logada #ORGULHO2019 Calendário LGBTI 2019


No mês do orgulho LGBT, em que vemos muitas empresas de Call-centers adoptarem a bandeira arco-íris, questionamos: empresas que praticam diariamente o assédio moral, a precariedade e os baixos salários têm moral para levantar a bandeira da igualdade?

Reproduzimos abaixo o testemunho de uma sócia do STCC sobre este tema.

Estamos na luta contra a LGBTfobia. Igualdade não rima com precariedade e emancipação não rima com exploração!

“Neste mês da 20ª Marcha do Orgulho LGBTQI+ de Lisboa eu posso muito bem dizer que o meu local de trabalho em quase tudo se assemelha à marcha: somos muitos lá dentro, temos balões e mensagens coloridas, há uma forte presença de parcerias empresariais, somos nós a mercadoria mas, no fim do dia, é a maneira que temos de sobreviver.

Os call centers, esses templos de empresas de trabalho temporário, os seus contratos extremamente precários e as suas dinâmicas absurdamente esgotantes emocionalmente compram a voz e o desgaste em poucas parcelas de quem não tem muitas outras saídas num mercado moldado à imagem e semelhança de uma sociedade profundamente racista, machista, xenófoba e lgbtfóbica.

Os call centers são, por excelência, um ambiente mascarado de pluralidade positiva porque, sabemos, onde mais poderia um trans negro trabalhar? Se a resposta mais plausível é “num lugar onde as pessoas que procuram o serviço não sejam confrontadas com a presença incómoda de uma pessoa que incomoda só por existir” ,então podemos perceber que toda a narrativa de aceitação é montada para nos fazer sentir e concluir que só podemos trabalhar ali, ou noutros lugares muito piores. E, só podendo trabalhar ali, torna-se muito mais fácil para a minha entidade patronal exigir o inatingível ou aplicar castigos sem necessidade de muitas explicações.

Neste mês da 20ª Marcha do Orgulho LGBTQI+ de Lisboa eu posso muito bem dizer que um sindicalismo de trabalhadores, com trabalhadores e para trabalhadores tem que saber que não somos todos iguais. Se é verdade que não é necessário ser-se lésbica para agir em defesa das lésbicas, também não é mentira que compreender de que maneira as empresas têm manipulado discursos progressistas e utilizado como arma de arremeço contra todas e todos nós seja um passo gigante para as nossas organizações.”

https://dezanove.pt/calendario-lgbt-2019-1227179

 

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