Liberdade ou Direito para ir ao WC?!?! Vale a pena lutar pelos direitos e pela justiça!


A Sétima Turma condenou a empresa ao pagamento de indenização por danos morais de R$ 5 mil. A decisão foi unânime.

Como apoio aos trabalhadores e trabalhadoras a exercer funções laborais em call center no Brasil aqui vai a nossa página logada brasileira em coordenação conjunta com colegas do Brasil…

Tamos logados directamente de São Paulo!

Constrangimento de pedir autorização para ir ao banheiro motiva indenização

Atendente de call center da Tivit Terceirização de Processos, Serviços e Tecnologia S.A. que prestava serviços para o Banco Santander (Brasil) S.A. receberá indenização por danos morais por ter sido submetida a controle de uso de banheiro. A decisão é da Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que deu provimento a recurso da empregada terceirizada, deferindo-lhe reparação de R$ 5 mil.

A decisão superou o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região sobre o caso. Para o TRT, a situação pela qual passou a atendente não apresentava ilegalidade ou gravidade compatíveis com dano moral. “Disciplinar o uso do banheiro, permitindo-o mediante autorização de superior hierárquico se insere no poder diretivo do empregador”, avaliou o TRT, ao considerar que as atividades de atendimento telefônico são “de frequência contínua e ininterrupta”.

No recurso de revista ao TST, a atendente sustentou que, mediante leitura do acórdão regional, era possível concluir que, embora não houvesse proibição do uso do sanitário, havia restrição do tempo de uso. Na avaliação dela, isso seria suficiente para ofender a dignidade, motivando o pagamento de indenização por dano moral.

TST: norma regulamentadora

O controle imposto pela empresa de call center “encontra-se expressamente coibido pela Norma Regulamentadora 17, anexo II, do Ministério do Trabalho”, destacou  o ministro Vieira de Mello Filho, relator do recurso. A disciplina aplicada pelo empregador, segundo o ministro, submeteu a atendente “a constrangimento diário, de natureza sutil e até velada, mas inequivocamente danosa aos direitos da personalidade de quem trabalha, e com possíveis consequências a longo prazo para a saúde”, frisou.

O Anexo II da NR 17 trata especificamente dos operadores de teleatendimento. Editada por meio da Portaria SIT 09, de 30/3/2007, a norma resultou de diagnóstico das condições de trabalho em call centers feito por diversos pesquisadores que constataram o adoecimento de empregados devido ao controle do uso do sanitário. As doenças eram infecções urinárias e problemas miccionais.

Rotatividade setorial

Testemunha relatou que a ida ao sanitário deveria ser antecedida de pedido de autorização ao superior hierárquico, sempre deferido. Para o relator, “o conhecimento da precária condição de trabalho desses atendentes e da possibilidade de dispensa sem justa causa (largamente utilizada pelos empregadores do setor, visto que se trata de ramo econômico com um dos maiores índices de rotatividade setorial), aliado à simples existência de um regramento quanto ao uso do sanitário, torna implícito que o uso considerado ‘excessivo’ do banheiro acarretaria constrangimentos profissionais para o empregado”.

Na avaliação de Vieira de Mello Filho, o controle prévio e o estabelecimento de momentos preferenciais (confessos pela empresa e retratados no acórdão do TRT) “tornam constrangedora, excepcional e desprovida de preservação da intimidade a ida ao banheiro que ocorra fora desses parâmetros”. Também, ainda segundo o ministro, transfere para o empregador “o controle sobre uma dimensão íntima e inerente ao exercício da mais primeva autonomia pelo ser humano adulto”, enfatizou.

Serviços ininterruptos

Em relação às necessidades empresariais de que o atendimento não seja interrompido, cumpre observar, na visão do relator, “que o eventual uso de má-fé da faculdade de ir ao banheiro por um empregado, como forma de se furtar ao serviço, além de ser algo de difícil verossimilhança, deve ensejar uma preocupação da empresa na solução específica dos casos desviados”. Não seria a hipótese, ainda na avaliação do ministro, de adoção de uma política geral.

Ele concluiu que, “longe de se tolerar a submissão dos empregados a tais restrições e constrangimentos, o que se impõe é uma resposta judicial adequada ao problema, que permita que os gestores do setor revejam práticas deletérias e nocivas à saúde e ao bem-estar da categoria”, concluiu Vieira de Mello Filho.

A Sétima Turma condenou a empresa ao pagamento de indenização por danos morais de R$ 5 mil. A decisão foi unânime.  (LT/GS)

Processo: RR – 2324-80.2014.5.02.0069

Fonte: http://www.tst.jus.br/noticia-destaque/-/asset_publisher/NGo1/content/id/24757238?fbclid=IwAR2KpPw6GKRySYCb9nsmQKIMPkoG7IKUJSDxPVLKiUYVEUEOT8PwTA4J_WQ

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Feedback Debate: Trabalho e Clima. A mesma Luta! realizado no passado Dia 03 de Novembro em Lisboa


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No dia 3 de novembro, num debate organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores de Call Center e o Climáximo, discutiu-se o papel dos sindicatos na transição energética justa.

Enquanto o capital, na sua corrida ao lucro, destrói as condições de habitabilidade dos seres humanos no planeta, cabe aos trabalhadores defender o planeta da destruição capitalista. Alguns aspectos mencionados no debate com participação do público ficam aqui registados.

Em primeiro lugar, frisou-se a necessidade de dar prioridade a este assunto nos sindicatos, dando mais visibilidade às possibilidades de intervenção sindical. Isto não será só uma oportunidade para chegar aos trabalhadores jovens, mas poderá ser também uma parte íntegra da luta. Como um sindicalista destacou, transportes públicos mais acessíveis e de qualidade são uma vertente chave na vida dum trabalhador: ir e voltar do trabalho demora tempo e custa (muito) dinheiro; transportes coletivos mais frequentes significam uma redução efetiva das horas de trabalho, e transportes públicos baratos e acessíveis implicam um aumento real no salário dum trabalhador.

Para dar prioridade à transição justa nas organizações sindicais, é importante encontrar formas de ação reivindicativas. A intervenção sindical pela transição justa pode incidir sobre as atividades da empresa, como o caso dos trabalhadores da McDonald’s, que não só lutam por um aumento de salário mas também criticam a destruição ambiental por que a empresa é responsável. A intervenção sindical pode também passar pelo local do trabalho. Por exemplo, os trabalhadores dum supermercado podem objetar à venda de produtos demasiado embalados. Outro tipo de intervenção passa diretamente pela produção. Por exemplo, uma fábrica de automóveis poderá passar a produzir também autocarros por pressão do sindicato.

Estes foram alguns dos comentários do debate. Pretendemos continuar esta reflexão no próximo dia 24 de novembro, na conferência “O Trabalho na Era das Alterações Climáticas”.

Fonte: http://www.empregos-clima.pt/trabalho-e-clima-mesma-luta/?fbclid=IwAR1_Yq9tHBF9V_g2VGshUyiiL-uYqALqRTY88K-oP6RUL1zUxScW3GYNlqQ

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Curte o Som! “Carrega” tás logado? Petição:” O Trabalho em Call-Centers é uma Profissão de Desgaste Rápido!”


Carrega e Curte o Som!

A nossa petição foi entregue em Outubro de 2016… e foi a debate agora em Janeiro de 2019 na assembleia na Reunião Plenária Petição Regulamentação da actividade de Trabalhador de Call Center 

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Comissão de Trabalho e Segurança Social
Audição Parlamentar Nº 50-CTSS-XIII
Assunto
Audição no âmbito da Petição n.º 189-XIII-1 ª – Sindicato dos Trabalhadores de Call-Center (STCC)
Data da Audição
2017-03-01
Entidades ouvidas
Manuel Afonso;
Danilo Moreira;
Bruno Rosado;
Manuel Alves

Pelos Deputados
Isabel Pires (BE)
Susana Lamas (PSD)
Tiago Barbosa Ribeiro (PS)
Petições relacionadas com a audição
PET n.º189/XIII/2 – Regulamentação da atividade profissional de trabalhador de Call-Center, no sentido de ser considerada como profissão de desgaste rápido.

Esta informação consta em: http://media.parlamento.pt/site/XIIILEG/2SL/COM/10_CTSS/CTSS_A/CTSS_AP_20170301.mp3

Petição:Dignificar a Profissão
1. Consagrar o estatuto de profissão de desgaste rápido para o trabalho em Call-Center;

2. Limitar como máximo 75% do horário laboral em linha por jornada de trabalho;

3. Garantir direito a 6 minutos (10%) de intervalo por cada hora em linha.
https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74238

Petição Nº 189/XIII/2

Parlamento

https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePeticao.aspx?BID=12870

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Feedback do Debate logado?! TÁS LOGAD@ NA GREVE INTERNACIONAL DE MULHERES? No passado dia 1 Dezembro 2018 Junta-te ao STCC para preparar a greve internacional de mulheres


 

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No início do mês de Dezembro o Sindicato dos Trabalhadores organizou um debate sobre a greve internacional das mulheres, intitulado “Estás logad@ na greve internacional de mulheres?”, que visou discutir o papel da mulher na sociedade, em todas as suas esferas, mas especialmente nos locais de trabalho e concretamente nos call centers, uma vez que as mulheres assumem um papel essencial e fulcral dentro da sociedade, desde cargos de chefia até às donas de casa, que é muitas vezes invisibilizado e ignorado, padecendo de problemas de machismo, discriminação e opressão.

Se olharmos à nossa volta continua a existir muita desigualdade de género e por esse motivo é fundamental continuar-se a falar deste tema, para poder enfrenta-lo, traze-lo para o debate e sobretudo superá-lo com as lutas nas ruas, nos locais de trabalho, nas escolas, universidades e nos lares.

O debate centrou-se na organização da Greve Internacional de Mulheres, que acontece já há dois anos consecutivos e que parte do combate a todo o tipo de violências que as mulheres enfrentam quotidianamente. O mote da greve é “Se as nossas vidas não importam, produzam sem nós” e foi se construindo uma greve ao trabalho doméstico, aos cuidados, ao consumo e também nos locais de ensino, não esquecendo a reivindicação central da greve ao trabalho, como podemos ver no ano passado no Estado Espanhol, com mais de 5 milhões de grevistas em todo o país no dia 8 de Março, dia internacional da Mulher.

O objectivo tem sido, nestes dois anos, construir o movimento em Portugal também, que se estenda igualmente aos locais de trabalho e no nosso caso aos call centers, um setor com muitas mulheres e vários problemas específicos associados ao machismo – assédio moral e sexual, problemas inerentes à maternidade (despedimentos, não renovação dos contratos), falta de adequação das pausas às necessidades etc.

A primeira oradora foi Laura Veríssimo, membro da organização 8M que centra a sua atividade na organização da Greve Internacional do dia 8 de março. A Laura apresentou o movimento e falou da sua história e qual a evolução do mesmo em Portugal, que tem vindo a ser cada vez maior de ano para ano.

A segunda oradora foi a Núria, de nacionalidade espanhola, que abordou o tema através da sua perspetiva deste movimento em Espanha que está mais desenvolvido do que em Portugal, e por isso é essencial fazer esta aprendizagem.

A terceira mulher a falar foi a Joana Grilo, membro da rede 8 de Março que tem um papel fulcral no que respeita à organização desta greve em território Português, que nos falou dos pilares da greve, dos núcleos organizadores em Portugal e do trabalho que se tem desenvolvido até então

Por último, teve intervenção Rebeca Moore, trabalhadora de Call Center e sindicalizada pelo STCC, que abordou temas como a desigualdade que assiste no seu local de trabalho e por vezes o pouco à vontade que sente só por ser mulher, demonstrando a especificidade do que é ser mulher e trabalhadora de call center.

justic3a7a-machista-resistc3aancia-feministaO objetivo do STCC, com este debate e com as iniciativas que virá a desenvolver até ao 8 de Março de 2019 é entender as reivindicações específicas das trabalhadoras de call center, muitas vezes esquecidas pelos sindicatos e ignoradas nos locais de trabalho; e não só entender as reivindicações mas dar voz às mulheres, mobiliza-las para o dia da greve, através de plenários e acções concretas, para contribuir para o fortalecimento do movimento de mulheres, que tem crescido em todo o mundo e que em Portugal também tem expressão!

Junta-te a nós na preparação da greve internacional de mulheres, com as tuas opiniões, reivindicações e ideias. Tamos logad@as na greve!!

 

Próximas acções Rede 8 de Março

https://www.facebook.com/pg/Rede-8-de-Mar%C3%A7o-188445221306340/events/?ref=page_internal

 

 

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Ai Não à Exploração, à Exploração, à Exploração! Com a discussão da petição à porta será que os grupos parlamentares tão logados? com esta notícia! “Call centers” triplicam faturação mas salários baixam,


REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO EM CALL-CENTER

Às vésperas da discussão na Assembleia da República sobre o Reconhecimento e Regulamentação do Trabalho em Call-Center, o JN retrata as dificuldades dos trabalhadores que contrastam com os lucros crescentes dos patrões.

Estamos fartos de esforço máximo pago com o salário mínimo!

Exigimos o reconhecimento e regulamentação do trabalho em call-center!

Exigimos salários decentes, horários dignos, condições de segurança e higiene no trabalho e direito a conciliar trabalho com o lazer e vida familiar!

Queremos trabalhar para viver, em vez de viver para trabalhar. Os patrões não podem continuar a dizer que “não há dinheiro”, tal como o Governo e os deputados não podem continuar a assobiar para o lado.

SINDICALIZA-TE! PARTILHA! DIVULGA!

 

Jornal de Notícias

 

Também podes consultar a notícia em : “Call centers” triplicam faturação mas salários baixam 

ou no PDF  jn-20-01-2019-página-4-5-jn call centers triplicam faturação mas salários baixam

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REGULAMENTAÇÃO DO TRABALHO EM CALL-CENTER CARTA ABERTA AOS DEPUTADOS E GRUPOS PARLAMENTARES , no próximo dia 24-01-2019 será discutida na Assembleia da República a Petição “O Trabalho em Call-Center é uma Profissão de Desgaste Rápido”


 

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Finalmente, no próximo dia 24 será discutida na Assembleia da República a Petição “O Trabalho em Call-Center é uma Profissão de Desgaste Rápido”, assinada por mais 5.500 pessoas e entregue nos Parlamento pelo STCC. Abaixo reproduzimos a Carta Aberta que enviamos a Deputados e Grupos Parlamentares, demonstrando que é urgente e necessário avançar com a regulamentação da nossa profissão, pelo bem da saúde física e mental de milhares de trabalhadores.

Srs. e Sras. Deputadas: somos uma profissão, exigimos respeito!

………………………………………………………………………………….

É NECESSÁRIO REGULAMENTAR A PROFISSÃO DE OPERADOR DE CALL-CENTER

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CARTA ABERTA AOS DEPUTADOS/AS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Exmos./as Srs./as Deputados/as,

Em 2017, éramos 81,615 trabalhadores nos call-centers em Portugal. Apesar de não haver dados mais actuais, podemos afirmar que desde então seremos mais. O nosso sector é fundamental hoje em dia para o funcionamento de áreas económicas como a banca, os seguros, a energia, o turismo, a informática e as telecomunicações.

A nossa profissão é naturalmente desgastante, dado que implica lidar de forma intensiva com informação, clientes e operações que envolvem responsabilidades grandes e que antes estariam asignadas a trabalhadores bancários, agentes de seguros ou a técnicos qualificados. A somar a isso, as condições laborais, regra geral, são duríssimas. Os ritmos de trabalho são intensos e os horários incluem muitas vezes turnos, em horas noturnas ou aos fins-de-semana. A pressão para resultados, por parte das chefias e entidades patronais torna-se muitas vezes assédio moral permanente. As instalações de trabalho, onde se aglomeram centenas ou milhares de trabalhadores em espaços fechados, são em geral insalubres. Muitas vezes somos impedidos de realizar as nossas necessidades fisiológicas devido aos ritmos de trabalho, não há intervalos entre as chamadas, existe ruído permanente e a pressão psicológica é altíssima. Problemas auditivos, respiratórios, nas cordais vocais e na visão são inevitáveis, assim como os relacionados com a ergonomia, como as tendinites. Além disso, o esgotamento e a depressão atingem níveis assustadores. Diversos estudos apontam a nossa profissão como sendo das que envolve maior risco de burn-out. Como se não bastasse, na sua maioria das vezes recebemos pouco mais que o salário mínimo nacional e somos contratados e sub-contratados de forma precária.

É a saúde de dezenas de milhares de pessoas que está em causa. No nosso país não há qualquer regulamentação no sector nem tão pouco a nossa profissão é reconhecida oficialmente como tal. Enquanto isso, noutros países a situação é diferente. Em países como Itália ou Brasil, o horário completo nesta profissão é de 30h semanais, sem perda de remuneração. Noutros países como a Espanha, existe regulação ao nível dos intervalos, pausas entre tempo de chamada, etc.

Foi para avançar nesse sentido, também em Portugal, que o Sindicato dos Trabalhadores de Call-Center lançou em 2014 a Petição “O Trabalho em Call-Center é uma Profissão de Desgaste Rápido!”, entregue em 2017 e que será levada a discussão na Assembleia da República no próximo dia 24. Nesta, propomos aos deputados que legislem no sentido de: “1. Consagrar o estatuto de profissão de desgaste rápido para o trabalho em Call-Center; 2. Limitar como máximo 75% do horário laboral em linha por jornada de trabalho; 3. Garantir direito a 6 minutos (10%) de intervalo por cada hora em linha;”

O nosso objectivo central é garantir o reconhecimento e regulamentação da profissão, no sentido salvaguardar a saúde dos trabalhadores. Sabemos que há várias formas de o alcançar. Reduzir o horário de trabalho para 30h semanais sem redução de salário é a forma mais justa e universal. Reduzir o tempo “em linha”, ou seja em contacto telefónico directo, é outra. Obrigar a intervalos mínimos entre chamadas é outro exemplo. O estatuto de profissão de desgaste rápido também iria nesse sentido, ainda que entendemos que pode ser uma via perversa, porque coloca o Estado e os contribuintes a pagar pelos abusos das entidades patronais e não diminui, por si mesmo, o desgaste.

Assim o apelo que lançamos a todos os grupos parlamentares é o de iniciar o caminho do reconhecimento e regulamentação desta profissão, para diminuir o sofrimento no trabalho a dezenas de milhares de trabalhadores. Sofrimento esse que é pago por todos nós, através do SNS e da Segurança Social, mas que é causado pela desregulamentação do sector e a perseguição de lucros sem olhar a meios por parte das empresas de call-center e outsourcing.

Apelamos em particular às bancadas que constituem a actual maioria Parlamentar e que apoiaram a actual solução governativa com base a promessas de restituição de direitos dos trabalhadores e combate à precariedade – algo que para os trabalhadores de call-center não passa até hoje de uma miragem.

Assinalamos por fim, que independentemente do resultado da discussão da nossa Petição na Assembleia da República, o STCC continuará na luta pela dignificação da profissão e na defesa do direito destes milhares de trabalhadores a uma vida digna e a um trabalho estável e bem remunerado, que garanta condições de saúde física e mental.

A Direcção do STCC,

Lisboa,

17 de Janeiro de 2019

Suspense film. Serie géneros cinematográficos.

Trabalhadores de Call Center reivindicam reconhecimento de desgaste rápido
https://www.youtube.com/watch?v=tYsHdJlajbs

“Call Centers “ Em Portugal
https://www.youtube.com/watch?v=2lHmZmD1fpQ

SOMOS UMA PROFISSÃO DE DESGASTE RÁPIDO!
https://www.youtube.com/watch?v=ZsslR42bcWE
Entrevista com Paula Lopes, Sindicato dos Trabalhadores em Call Center de Portugal
https://www.youtube.com/watch?v=mNaKBkJpot0

Debate o Trabalho em Call Center é uma profissão de desgaste Rápido Parte 1
https://www.youtube.com/watch?v=AXWIq9J9aX4

Debate o Trabalho em Call Center é uma profissão de desgaste Rápido Parte 2
https://www.youtube.com/watch?v=M9njrjYqse0

Cerca de 100 mil pessoas trabalham em call centers em Portugal
https://www.youtube.com/watch?v=V4j_Gp86oyw

Tás logado na mensagem da Sócia do STCC a todos os Colegas de call Centers de Portugal !?
https://www.youtube.com/watch?v=XhzyeNaHcxs

PAPO RETO DIÁRIO DE UM ASSISTENTE TELEMARKETING
https://www.youtube.com/watch?v=lGNmwvRMP4I

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CURSO HISTÓRIA DAS GREVES NA EUROPA DO SÉCULO XX


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Kemerevo region. Prokopyevsk. Miners on strike. Photo TASS / Anatoly Kuzyarin (Photo by TASS via Getty Images)

Raquel Varela, Historiadora, Professora Universitária

Dias 7 e 8 de Janeiro de 2019
18:00-20:00
Lisboa-Rua do Alecrim, nº 25
Inscrição 20 euros
Inscrição até 15 de Dezembro – número limite de inscrições 40
Organização A Casa
O Valor deste curso reverte integralmente para o auxilio aos estivadores em greve de Setúbal.
Deposite na conta  e envie por favor o comprovativo com o nome de inscrição para Lídia Oliveira

IBAN: PT50 0007 0000 0043 3813 780 23
SWIFT: BESCPTPL

Mais informações:

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