O Trabalho em Call-Center é uma Profissão de Desgaste Rápido!


O STCC está a dinamizar uma petição para que o trabalho em call-center seja regulamentado como profissão de desgaste rápido. Contamos entregar em poucos meses milhares de assinaturas na Assembleia da República para que o tema seja discutido. A recolha de assinaturas tem-se dado nos call-centers mas também on-line, sendo que qualquer eleitor pode assinar: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74238

Realizamos este debate no dia 19 de Março. Agradecemos a todos os presentes e aos oradores convidados, a Historiadora Raquel Varela, o Antropólogo João Carlos Louçã, Filipe Gonçalves, delegado Sindical do Sect – Sindicato de Estivadores no porto de Sines e aos representantes do sector de call-centers do Sindicato Espanhol Cobas.

 

 

O Trabalho em Call-Center é uma Profissão de Desgaste Rápido! - Debate e Convívio 19 Março 2016

Assina já a nossa Petição de Profissão de Desgaste Rápido
Já pensaste em Ser o/a Delegado/a Sindical Logado/a?
CLICKAQUI e Faz a Diferença Hoje!
https://goo.gl/IAJdiA

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UNIDOS SOMOS MUITO MAIS FORTES.

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Operadores de Call Center Sobem ao Pódio nas 12 Profissões Mais Stressantes em 2015


Stress

 

Ainda Não Assinaste a Nossa Petição? Desgaste Rápido para a Carola?!!!

Depois de em outros Países sermos considerados uma Profissão de Desgaste Rápido acabamos de Conquistar a Medalha de Bronze nos EUA:))))

podio

Medalha de Bronze

 

Mais informações em:
http://www.dinheirovivo.pt/carreiras/12-profissoes-com-mais-stress-em-2015/

Petição: O trabalho em call center é uma profissão de desgaste rápido!

Com 4000 assinaturas a petição será discutida na Assembleia da República. Com ela pretendemos:
1. Consagrar o estatuto de profissão de desgaste rápido para o trabalho em Call-Center;
2. Limitar como máximo 75% do horário laboral em linha por jornada de trabalho;
3. Garantir direito a 6 minutos (10%) de intervalo por cada hora em linha.

CLICKAQUI
Faz a diferença!

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74238

 

Trabalhadores de Call Center reivindicam reconhecimento de desgaste rápido

Passou na RTP  05 Out, 2014
Trabalhadores de Call Center reivindicam reconhecimento de desgaste rápido 
  • Saiba mais em:

How To Stress Less COmo Stressar Menos.jpg

 

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Um quinto dos trabalhadores em Portugal são precários, mais 50% do que em 1986


Trabalhadores precários
Três décadas depois da adesão de Portugal à CEE, o número de trabalhadores dependentes aumentou, mas a ligação à entidade patronal tornou-se mais precária e, em 2013, um em cada cinco assalariados eram contratados a prazo.

O desenvolvimento do mercado de trabalho tem sido marcado pela crescente relevância do trabalho assalariado, cujo peso no total de emprego aumentou, entre 1986 e 2013, de 69% para 78%”, indica o estudo “Três Décadas de Portugal Europeu: Balanço e perspectivas”, coordenado por Augusto Mateus

O trabalho, encomendado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos e que vai ser hoje apresentado revela que o trabalho dependente tem sido impulsionado pela contracção a prazo: Em 2013 mais de 700 mil trabalhadores estavam contratados a prazo, ou seja 21% do total dos assalariados, traduzindo-se num crescimento de 50% face a 1986 e tornando Portugal no terceiro Estado-membro onde os contratos a termo têm maior peso, apenas atrás de Espanha e Polónia.

O relatório adianta que a evolução da legislação laboral tem agravado “o diferencial de protecção entre contratos a prazo e contratos permanentes”, sublinhando que “os esforços no sentido de reduzir a rigidez das relações laborais têm incidido sobretudo sobre os contratos a prazo, mantendo-se um elevado nível de protecção entre contratados sem termo”.

Na comparação com outros Estados-membros tornam-se mais evidentes as distorções da legislação laboral portuguesa: os custos financeiros e processuais para despedir um trabalhador com vínculo permanente são dos mais elevados, enquanto o custo associado ao despedimento colectivo é dos mais baixos da Europa.

A evolução no mundo laboral caracterizou-se também por uma significativa redução do horário de trabalho. Em 2013, cada português empregado trabalhava, em média, 39 horas por semana, menos cinco que em 1986, mas nos últimos anos a tendência é de aumento das horas trabalhadas, “induzido pela degradação do mercado de trabalho e pelas alterações legislativas ao nível do sector público”.

Entre os parceiros europeus, Portugal destaca-se igualmente pela reduzida disparidade de horário laboral entre géneros.

Em 2013, os homens trabalhavam em média mais três horas do que as mulheres, menos de metade do diferencial europeu e em contraste com a situação verificada na Holanda, Reino ou Alemanha, em que a diferença é superior a nove horas.

Segundo o estudo, “um dos principais factores que explica esta discrepância é a incidência do trabalho a tempo parcial, mais acentuada entre o sexo feminino e sobretudo nos Estados-membros com nível de vida mais elevado”.

O ritmo de crescimento da população empregada foi particularmente intenso até 2002, tendo sido criados 850 mil postos de trabalho. “A estagnação verificada ao longo da década de 2000 e a destruição líquida de 600 mil empregos entre 2008 e 2013 reverteram na totalidade a criação de emprego registada entre 1995 e 2002”, acrescenta o documento.

A construção, a agricultura e a indústria concentraram 80% da destruição de emprego, registando-se nestes sectores uma redução superior a 27%.

Entre 2008 e 2012, as verbas destinadas a subsídios de desemprego aumentaram 70%, com o número de beneficiários a passar de 450 mil para 650 mil indivíduos, mas outras prestações sociais, como o Rendimento Social de Inserção avançaram em caminho oposto.

A sua abrangência tem vindo a diminuir desde 2010, altura em que contava com 530 mil beneficiários, até aos 360 mil indivíduos em 2013, o valor mais baixo desde 1998.

Destaca-se igualmente o declínio das prestações substitutivas dos rendimentos profissionais por motivos de saúde e de invalidez, que diminuíram 40% entre 1990 e 2013. As prestações sociais por habitante em Portugal correspondem a 65% da média europeia, abaixo dos valores registados na Grécia ou em Espanha.

Portugal destina uma maior percentagem da riqueza nacional às prestações sociais por motivo de velhice, sobrevivência e desemprego, mas dedica menos 2% do PIB em prestações por motivo de doença e cuidados de saúde, enquanto o peso das prestações associadas à família e às crianças (1,2%) é cerca de metade do referencial europeu (2,2%).

Portugal é o quinto Estado-membro onde as contribuições sociais menos pesam no financiamento do sistema de protecção social, mas regista o terceiro maior contributo de outras receitas correntes, sobretudo fundos comunitários.

Fonte:
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/um_quinto_dos_trabalhadores_em_portugal_sao_precarios_mais_50_do_que_em_1986.html

Petição tás logado stcc Movimento Nacional das Forças Logadas

Mais informações em sobre a nossa petição:

https://taslogado.wordpress.com/peticao-ajuda-a-tornar-esta-reivindicacao-uma-realidade-desde-ja/

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Trabalhadores de Call Center reivindicam reconhecimento de desgaste rápido


Passou na RTP  05 Out, 2014
Trabalhadores de Call Center reivindicam reconhecimento de desgaste rápido 
  • Saiba mais em:

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Petição: O trabalho em call center é uma profissão de desgaste rápido!


Petição: O trabalho em call center é uma profissão de desgaste rápido!

Com 4000 assinaturas a petição será discutida na Assembleia da República. Com ela pretendemos:
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