Basta de Assédio Moral … tás logado?


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O STCC esteve agora na SITEL a passar a mensagem. Muito boa recepção dos trabalhadores, algum nervosismo das chefias!

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MELHORES CONDIÇÕES NA TELEPERFORMANCE (EXPEDIA)…

NÃO NOS ESQUECEMOS!

Lembram-se de termos noticiado, há cerca de um mês, que 63 trabalhadores da campanha Expedia dirigiram uma carta ao Eng. João Cardoso, CEO da Teleperformance, a pedir que as cadeiras partidas onde trabalham fossem substituídas por novas?


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STCC, Sindicato avisa que limites a trabalho temporário podem ser contornados


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ELISABETE MIRANDA | elisabetemiranda@negocios.pt | 19 Setembro 2016, 15:56

 

A medida que pretende impor um limite ao número de contratos de trabalho temporário é bem-vinda, mas sozinha de pouco vale, avisa o sindicato dos trabalhadores de call-center (STCC), que explica como é que ela pode ser contornada.

“É uma medida muito bonita, mas, na prática, pode não mudar a vida das pessoas”. O aviso é deixado pelo Sindicato dos Trabalhadores de Call Center (STCC) em reacção à intenção do Governo e do Bloco de Esquerda (BE) de impor um limite máximo ao número de contratos de trabalho temporário que uma empresa pode fazer com um trabalhador,avançada esta segunda-feira pelo Negócios.

Manuel Afonso, dirigente da estrutura sindical explica que se arrisca a acontecer neste caso o mesmo que já se passa com os trabalhadores que estão com contrato a prazo junto das ETT: “Cada empresa [utilizadora, que recorre ao trabalho temporário] trabalha com duas, três empresas de trabalho temporário (ETT). Quando o limite de três anos começa a aproximar-se, o trabalhador é contratado através de outra ETT”, explica, afiançando que “o trabalhador pode passar cinco, seis, dez anos nisto”.

É por isso que, para Manuel Afonso, uma medida desta natureza, sendo “bem-vinda”, tem necessariamente de ser acompanhada por outras regras que impeçam este expediente. Quais? Uma delas seria garantir que uma empresa não pode recorrer a mais do que uma ETT”.

Manuel Afonso propõe ainda que se imponha um limite quantitativo ao número de trabalhadores que podem ser contratados com recurso a trabalho temporário. “Há empresas onde 90% dos trabalhadores são contratados através de ETT, mas não faz qualquer sentido porque a empresa vai precisar de uma parte significativa dos trabalhadores a título permanente”. Seria, por isso, de estabelecer que “uma empresa não pode ter mais do que 20% dos seus contratos através de ETT”.

A completar o leque de alterações devia estar ainda a proibição expressa de as empresas utilizadoras poderem criar, elas próprias, ETT, para fazerem contratação de pessoal, diz o dirigente, que alerta ainda para a necessidade de haver fiscalização adequada, coisa que a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) não está em condições de assegurar.

Precários Inflexíveis saúdam, mas querem mais
A Associação Precários Inflexíveis, por seu turno, classifica a medida de “relevante” já que vem pôr “travão a um regime de exclusividade obsceno que actualmente permite uma chantagem quase ilimitada sobre os trabalhadores: os contratos mensais, semanais ou mesmo diários, renovados indefinidamente, são hoje uma forma legal de aplicar uma exploração radical”.

Contudo, a associação também considera que a esquerda deve ir mais longe: “O trabalho temporário é um verdadeiro off-shore laboral que arrasa direitos elementares e que serve sobretudo os interesses de grandes empresas, que se escondem atrás de ETTs para ocultar trabalhadores que estão verdadeiramente ao seu serviço”, reagem através de um comunicado enviado às redacções.

 

Fonte: logo_negocioshttp://www.jornaldenegocios.pt/economia/emprego/detalhe/sindicato_avisa_que_limites_a_trabalho_temporario_podem_ser_contornados.html

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Best place to sit…Teleperformance!!!


Tás Logado?

Publicado por Manuel Afonso · 29/9 ·

MELHORES CONDIÇÕES NA TELEPERFORMANCE (EXPEDIA)…

NÃO NOS ESQUECEMOS!

Lembram-se de termos noticiado, há cerca de um mês, que 63 trabalhadores da campanha Expedia dirigiram uma carta ao Eng. João Cardoso, CEO da Teleperformance, a pedir que as cadeiras partidas onde trabalham fossem substituídas por novas?

Bem, os trabalhadores ainda não obtiveram resposta. Hoje o STCC foi visitar a Teleperformance (Oceanário) para recordar ao Eng. João Cardoso que aguardamos resposta… E cadeiras novas!

 

Estivemos no terreno para averiguar o ponto de situação… Best place to sit…Teleperformance!!! Será que com a globalização e as condições do mercado actual além de afectarem os preços do petróleo também afectaram o preço das cadeiras!!!?!?!?!?!

 

Vê o nosso vídeoJ)

https://www.facebook.com/TasLogadoLx/videos/1124414937607031/

 

 

TRABALHADORES DA TELEPERFORMANCE ENTREGAM ABAIXO-ASSINADO AO CEO ENGº JOÃO CARDOSO

Quem é que, na maioria dos call-centers, não foi já obrigado a trabalhar em cadeiras em condições semelhantes à que vemos na imagem?

Na Teleperformance, em vários edifícios e campanhas, os trabalhadores são obrigados a sentar-se semanas ou meses – às vezes anos! – a fio em cadeiras partidas. Isso causa mau-estar, dores e, a médio prazo, doenças nas costas, coluna, etc.

Isto acontece numa empresa que gosta de se intitular “A melhor empresa para se trabalhar”. Às cadeiras partidas soma-se a sujidade, as carpetes com pó e pulgas, os ares condicionados desregulados, a pressão e os baixos salários.

No Site do Oceanário, na campanha Expedia, 63 trabalhadores e trabalhadoras, das várias equipas e idiomas, sindicalizados e não-sindicalizados, assinaram para que, pelo menos, fossem fornecidas cadeiras que não estejam partidas.

Os trabalhadores aguardam agora a resposta do Engº. João Cardoso, CEO da Teleperformance. Já todos o ouvimos, ano após ano, anunciar a abertura de novos sites, a angariação de novos clientes e os milhões de euros que isso gera para a TP.

Agora gostaríamos de o ouvir anunciar algo bem mais simples: que mais nenhum trabalhador vai ser obrigado a trabalhar em cadeiras partidas!

O STCC apoiou esta iniciativa e está ao serviço dos colegas para que esta, e muitas outras necessidades, sejam supridas. Só a união, acção e organização dos trabalhadores pode garantir os nossos direitos.

Ergonomia Para Que Te Quero Meu Amor!

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https://taslogado.wordpress.com/2015/12/20/ergonomia-para-que-te-quero-meu-amor/

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LICENCIADOS DE CALL CENTER


No call center somos pássaros sem asas. Do outo lado da linha chamam-nos “incompetentes”, “ladrões” e “ordinários”. Ouvimos e calamos.

“Olá, boa tarde. O meu nome é Mónica. Estou a falar com”? A frase é repetitiva e pronunciada dezenas de vezes ao dia. Chega a cansar. Por vezes falha-nos a voz. Respiramos fundo e prosseguimos.

Cheguei em outubro ao call center. Contrariada é certo, com a certeza de que iria ficar apenas até ao Natal. Centenas de assistentes sentados em frente a um ecrã, robôs que dão a voz em nome de uma operadora que lhes dá um contrato de trabalho temporário. Apenas números que entram e saem enquanto as ambições e os sonhos ficam em fila de espera do outro lado da rua. A maioria jovens e licenciados, tal como eu. Nunca tive medo de trabalhar mas jamais me imaginaria a desbobinar informação durante cinco horas com quinze minutos de intervalo contabilizados ao segundo por um programa informático. “Excedeste a tua pausa”, ouvi várias vezes. Quando fiquei depois da hora a aguentar os clientes queixosos ninguém deu por isso.

Uma das coisas de que facilmente me apercebi sobre as pessoas que trabalham num call center é que vão ganhando tiques vocais. “Efetivamente” e “meramente” são apenas exemplos. Acho que já ninguém se apercebe. Ali as palavras são instantâneas e não há poemas que nos valham para acalmar os predadores que nos ligam.

No reino dos call centers as senhoras passam a “senhoras donas”, os auscultadores são “headsets” e o tempo estimado de uma chamada não deve ser superior a cinco minutos. “Ameaçaram que me despediam se não subisse os valores”, contou-me uma colega de sala. Não admira. Como ela uns tantos se foram enquanto a empresa abriu vagas para uma nova formação paga a pouco mais de cem euros, num mês em que metade do tempo os aprendizes já dão conta de uma parte das chamadas recebidas.

No call center somos pássaros sem asas. Do outo lado da linha chamam-nos “incompetentes”, “ladrões” e “ordinários”. Ouvimos e calamos. Não devemos responder. Alguns desabafam histórias de vida complicadas. Outros reclamam, berram, insultam sem escrúpulos, humilham.

Fiquei nove meses no call center. Fui várias vezes chamada à atenção: ou porque tinha um TMA (tempo médio de atendimento) muito alto, ou porque estava muitas vezes de braço no ar e ralava os supervisores. Comovi-me com algumas palavras, enervei-me com outras e fiquei orgulhosa de fazer a diferença no dia de alguém. Afinal somos todos pessoas.

Despedi-me. Finalmente posso voar.

Fonte: logohttp://capazes.pt/cronicas/licenciados-de-call-center/view-all/

 

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Portugal e Suas Desigualdades Sociais Em Portugal a pobreza atinge mais de 2 milhões de pessoas


 

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Nos anos da crise (2009 a 2014), os portugueses perderam em média 116 euros mensais

http://www.rtp.pt/noticias/pais/portugueses-perderam-116-euros-por-mes-com-a-crise_a947873

 

Crise

Os 10% mais pobres perderam 25% por cento do rendimento enquanto os 10% mais ricos apenas perderam 13%

Os portugueses perderam entre 2009 e 2014 em média 116 euros mensais, uma quebra que afetou especialmente os mais pobres, com quase um terço dos trabalhadores por conta de outrem a ganhar menos de 700 euros mensais.

Os dados fazem parte do último projeto da Fundação Francisco Manuel dos Santos, chamado “Portugal Desigual” e que faz “um retrato das desigualdades dos rendimentos e da pobreza no país”.

A Fundação pretende, com dados estatísticos, mostrar quem perdeu mais nos últimos anos de crise, se a classe média ou os mais ricos ou pobres. E mostra que foram os mais pobres.

Os números indicam que de 2009 a 2014 os rendimentos dos portugueses tiveram uma quebra de 12% (116 euros por mês), mas mostram também que os 10% mais pobres perderam 25% por cento do rendimento enquanto os 10% mais ricos apenas perderam 13%.

E a crise afetou sobretudo os mais jovens, segundos os números da Fundação: “os jovens com menos de 25 anos sentiram uma perda de 29% nos seus rendimentos, acima da perda média de rendimentos para o conjunto de todos os portugueses”.

Nos anos da crise foram também os que têm mais alta formação académica quem mais perdeu. Especificam os dados que a perda de rendimento para quem tem formação superior foi de 20%, enquanto para quem tem o 6.º ano ou menos foi de 13%. Mas os primeiros têm por norma um rendimento duas vezes acima dos que só fizeram o 6.º ano.

Outros números divulgados demonstram ainda de que forma a crise afetou o mercado de trabalho em Portugal, desde logo na baixa da remuneração média, especialmente nas mulheres, mas também na redução dos vínculos laborais.

Os trabalhadores que entraram em 2012 viram a sua remuneração baixar 11% em relação aos que saíram em 2011. Em 2009 um em cada cinco trabalhadores por conta de outrem recebia por mês menos de 700 euros, em 2014 já era quase um em cada três.

Com tudo isto, dizem os números, 08% dos trabalhadores por conta de outrem vivia há dois anos abaixo do limiar da pobreza, os mais jovens perderam quase um terço dos rendimentos e em termos gerais os salários dos homens caíram 1,5% entre 2009 e 2014 e o das mulheres 10,5%.

No mesmo período o número de pobres aumentou em 116 mil (para 2,02 milhões), com um quarto das crianças e 10,7 por cento dos trabalhadores a viverem abaixo do limiar da pobreza (6,3 % em privação material severa). E hoje um em cada cinco portugueses vive com um rendimento mensal abaixo de 422 euros.

A crise fez aumentar a desigualdade em Portugal (na nona posição em termos de desigualdade) mas também em mais 18 países da União Europeia, especialmente na Grécia e em Espanha.

Dizem os números da Fundação Francisco Manuel dos Santos que em Portugal, em 2009, os 05% mais pobres recebiam 15 vezes menos do que os 05% mais ricos. Em 2014 os 05% mais pobres recebiam 19 vezes menos do que os mais ricos.

O projeto “Portugal Desigual”, que é apresentado na segunda-feira, é uma uma iniciativa da Fundação, em parceria com a SIC e o Expresso, que hoje divulga os resultados.

Fonte: dn_logohttp://www.dn.pt/dinheiro/interior/portugueses-perderam-116-eurosmes-pobres-foram-os-mais-afetados-5394322.html

 

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Manifestação Contra a Precariedade 16 de Junho


Precários, assistentes sociais e call centers juntam-se à manifestação dos estivadores

Manifestação convocada para 16 de Junho recebeu adesão de representantes de empresas de vários sectores, como bancários, assistentes sociais, empresas de call centers ou empresas de handling

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TODOS POR TODOS CONTRA A PRECARIEDADE!                                                                               Adere a este evento : https://www.facebook.com/events/1057009661032394/

 

Quem são os estivadores?

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Manifestação de Estivadores em França
Eles querem precariedade global, nós queremos solidariedade internacional!


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Call Center de Vieira do Minho e Fafe em “Alta”


 

Call center de Vieira do Minho emprega 102 mas pode crescer até aos 150

 25/05/16

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O call center do grupo Altice em Vieira do Minho, inaugurado há um ano, emprega atualmente 102 trabalhadores, mas “tem potencial” para crescer até aos 150, disse hoje um responsável da Randstad.

…Miguel Azevedo Segundo este responsável, um trabalhador pode ali ganhar, ao final do mês, 870 euros, entre salário base, subsídio de alimentação e prémios, sendo estes atribuídos por objetivos.

“Trabalhamos com objetivos atingíveis”, frisou.

Os contratos são a termo incerto, até uma duração máxima de seis anos, após o que os trabalhadores passam a efetivos.

Contactado pela Lusa, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Call Center (STCC), Danilo Moreira, admitiu não ter conhecimento da realidade do call center de Vieira do Minho, mas referiu que, de uma forma geral, aquele é um trabalho “mal pago, sem progressão na carreira e marcado pela precariedade”.

“Normalmente, ganha-se o salário mínimo, havendo depois a história dos prémios, mas que só são atribuídos mediante o cumprimento de objetivos que, na maior parte dos casos, são simplesmente inatingíveis”, referiu.

https://www.noticiasaominuto.com/economia/594828/call-center-de-vieira-do-minho-emprega-102-mas-pode-crescer-ate-aos-150

http://ominho.pt/call-center-vieira-do-minho-emprega-102-pode-crescer-ate-aos-150/

‘Contact center’ da Altice em Fafe já opera nas novas instalações

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‘Contact center’ da Altice em Fafe já opera nas novas instalações

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As nossas preocupações:

  • Será que irá ocorrer deslocalização de serviços para estes Call Centers levando a despedimentos colectivos em outros Call Centers acabando com anos de experiência de operadores de call center ?!
  • Este investimento traduzir-se-á  numa melhoria efectiva para a região além da redução do desemprego?! O Salário base será o ordenado mínimo para não fugir à regra e os objectivos atingíveis quando por norma são difícieis de atingir!?
  •  E porque não a contratação directa no lugar do recurso ao trabalho temporário/outsourcing dado que não estamos diantes de um trabalho de curta duração?!!
  • Ao fim de 6 anos ficarão os trabalhadores mesmo efectivos de verdade ou serão despedidos independentemente da sua prestação, cargo?!

 

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