Stcc, tás logado vai estar presente no ‎1º Maio em Lisboa: Precfest | Acabar com a Precariedade!


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PRECFEST | Ninguém Fica Para Trás!
Acabar com a precariedade no Estado e em todo o lado!
1º Maio: Precfest | Acabar com a Precariedade!
1 de Maio |
13h Lg. Intentendente, com bancas ativistas, música e intervenções
16h Entrada na manif do 1º de Maio, desfile até à Alameda

No PRECFEST juntamo-nos, não no luto das nossas vidas precárias, mas sim para exigir a mudança, nas ruas. Seguimos a força que o 1º de Maio representa, para lutar pelo fim duma lógica do trabalho que não nos deixa respirar, que adia tudo e nos rouba presente e futuro.

Este ano vivemos um momento especial, que vai exigir ainda mais de nós. Depois de muitos anos de luta, o combate à precariedade está no centro da decisão política. Não há desculpas, o Governo não pode adiar mais. Não chegam promessas, não aceitamos menos do que um combate a sério à precariedade no Estado e no privado.

O processo de regularização dos muitos milhares de precários e precárias a trabalhar no Estado tem de ser a valer. Somos mais de 100 mil pessoas, indispensáveis ao funcionamento dos vários serviços públicos, sem o vínculo devido. Vamos continuar a exigir um processo justo e transparente, em que todas as situações sejam regularizadas. Ninguém fica para trás!

As várias medidas de combate à precariedade estão há muito prometidas, agora têm de avançar. É urgente aprofundar a lei contra a precariedade, para acabar com os falsos recibos verdes, o abuso do trabalho temporário e todas as formas de trabalho sem direitos. Tem finalmente de ser implementado um novo regime de Segurança Social para quem trabalha a recibos verdes, com descontos justos e uma verdadeira protecção social. Ninguém fica para trás!

Não aceitamos que nos digam que é impossível, que tem de ser assim. Impossível é o trabalho precário e as vidas precárias. Sabemos que nada nos será oferecido, que estas mudanças dependem de nós e da nossa mobilização. Por isso, convidamos-te a participar, a vir para a rua no 1º de Maio!

Ninguém fica para trás!

Lista de organizações que já subscreveram a convocatória do PrecFest:

Associação de Combate à Precariedade – Precários Inflexíveis
AEFCSH – Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
APF – Associação Portuguesa de Formadores
Associação dos Profissionais do Regime de Amas
Associação Nacional dos Professores Contratados
Bolseiros de Gestão Ciência e Tecnologia
Climáximo
Coletivo Andorinha – Frente Democrática Brasileira
“Ganhem Vergonha”
Movimento de Precários do Centro Hospitalar do Oeste
PATAV – Plat. Anti Transporte Animais Vivos
Sindicato dos Trabalhadores de Call Center
SOS Racismo
Habita – Colectivo pelo direito à Habitação e à Cidade
UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta

Mais informações em:
https://www.facebook.com/events/630016763850943/

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Stcc, tás logado no VIII Encontro Nacional de Trabalho já este sábado dia 01 de Abril na Escola Pedro Nunes, em Lisboa, às 10h30 organizado pelo Bloco, estamos logados!


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O Bloco de Esquerda vai realizar no dia 1 de abril, o VIII Encontro Nacional de Trabalho do Bloco de Esquerda sob o lema “Destroikar as relações Laborais”, na Escola Pedro Nunes, em Lisboa, às 10h30.

Os trabalhos serão acompanhados por documento base e proposta de resolução(link is external) a ser discutida na Mesa Nacional do Bloco de Esquerda.

Nos documentos de trabalho pode ler-se a intenção de revisão da legislação laboral por parte do atual governo.

A iniciativa está estruturada em dois momentos principais de debate, onde contará pelas 11h20 com a participação de Danilo Moreira (direção do Sindicato dos Trabalhadores dos Callcenters), António Mariano (Sindicato de Estivadores), e Paulo Alves (docente do ISCTE). Da parte da tarde, pelas 14h45, haverá intervenções de Carvalho da Silva (Centro de Estudos Sociais/Lisboa), Maria da Paz (professora universitária), Isabel Pires (deputada do Bloco de Esquerda), Francisco Alves (Conselho Nacional da CGTP) e José Casimiro (Coordenadora Nacional de Trabalho do Bloco de Esquerda).

A participação é aberta ao público e poderão os interessados inscrever-se antecipadamente através do endereço coordenadoratrabalho@bloco.org(link sends e-mail). Estão também a ser organizados transportes coletivos por distrito, devendo os interessados inscrever-se para transporte através do mesmo endereço.

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FORMAÇÃO SINDICAL | SÁBADO | 18 FEVEREIRO | 16H-19H


FORMAÇÃO SINDICAL | SÁBADO | 18 FEVEREIRO | 16H-19H

Este Sábado o STCC participa na sessão de formação Sindical que conta com a participação da historiadora Raquel Varela e de António Mariano, presidente do Sindicato dos Estivadores.

Leiam mais informações em baixo, partilhem e inscrevam-se!

Greves bem sucedidas na História – Raquel Varela, Historiadora, IHC-FCSH-UNL.
Como se organizam os estivadores em Portugal – António Mariano, Presidente do Sindicato dos Estivadores.

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Entrada é gratuita mas limitada, mediante inscrição obrigatória para os organizadores.


Associação A Casa. formacaosindicalacasa@gmail.com
Das 16 às 19 horas, Lisboa.

Foto: Greve na General Motors, Flint, Sit-down strike, EUA, 1936.

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GREVE DE 24HORAS NO PRÓXIMO DIA 6 DE FEVEREIRO (SEGUNDA-FEIRA), POR SALÁRIOS JUSTOS E CONTRA O MEDO E A PRECARIEDADE! tás logado?


e”As revoluções são impossíveis até que se tornam inevitáveis”

Mix logado…tás logado?
Definição de Incoerência…
“Gente sem vocação…”
“2016 foi um ano muito generoso para nós….”
Lucros de Milhões….Muita exigência e Salário mínimo nacional…
O Resultado só pode ser mesmo Greve!

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Há quase 3 anos fomos visitar a Emprecede, empresa de trabalho temporário que actua (apenas e só!) na Teleperformance e fizemos este pequeno vídeo…

… nunca é de mais recordar: a Emprecede é uma fraude!

 

GREVE TELEPERFORMANCE | AINDA AGORA COMEÇAMOS…

Embora a Teleperformance se tenha negado a falar com o STCC e os colegas que protagonizaram a greve de dia 6, a empresa não se absteve de passar desinformação aos média, sobre esta luta e os salários que são pagos aos trabalhadores. Segundo a empresa, os trabalhadores já recebem muito e a Teleperformance não lhes pode pagar mais… Alguém acredita nisso?

Por isso deixamos aqui a visão de quem está no terreno, sindicato e trabalhadores, num vídeo das “produções Tas Logado?”…

 

Só queremos que o nosso profissionalismo e empenho sejam reconhecidos ! Queremos viver e não sobreviver! Ser valorizados pelo que damos e não recebemos!

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GREVE NA TELEPERFORMANCE | AMANHÃ VAMOS À SEDE DA TELEPERFORMANCE, QUEREMOS SER OUVIDOS!

Foto de Tás Logado?

Um vez que a Administração da Teleperformance ainda não aceitou reunir com os trabalhadores da campanha Barclaycard em Setúbal, que amanhã estarão em greve, amnhã estaremos a partir das 12h no site de Entrecampos (City Center) para exigir que nos oiçam. Faz te ouvir, junta-te a nós!

Iremos entregar à Administração da TP e a todos os colegas a seguinte Carta Aberta:

CARTA ABERTA À ADMINISTRAÇÃO E CEO DA TELPERFORMANCE

Exmos. Srs.,
Como sabem, a greve de dia 6 de Fevereiro foi convocada pelos trabalhadores de Payments and Processing da campanha Barclaycard. Nos últimos anos os trabalhadores deste departamento têm feito repetidos pedidos e reuniões para tentar chegar a acordo com a empresa para um aumento salarial. Como a Teleperformance nunca mostrou abertura, tivemos de partir para a greve.

Claro que defendemos que os salários de todos os operadores da Teleperformance, sobretudo os que recebem o salário mínimo, devem ser aumentados. O salário mínimo nacional não permite alimentar uma família e pagar contas. Não faz sentido uma empresa com a dimensão da Teleperformance ter uma política de salários mínimos. Por isso alargamos o pré-aviso de greve a outras campanhas e departamentos, uma vez que esta não é uma luta só nossa. Se desta vez não houve tempo para que mais colegas se pudessem juntar, para a próxima vez deverá ser diferente.

No nosso caso, que fazemos um trabalho qualificado, que noutras condições seria prestado por trabalhadores bancários, que nunca poderiam receber salários base abaixo dos 780€, a situação tornou-se insustentável. Muitos de nós estão nestas condições há vários anos. Por isso pedimos um salário base superior, sendo a nossa proposta de 750€. Queremos também o fim dos contratos Emprecede. Vimos como um avanço a proposta feita de transferir dois colegas da Emprecede para a Teleperformance, porém isso deve ser feito sem perda de antiguidade para efeitos de efetividade, assim como não percebemos porque é que esta proposta não se estende aos restantes colegas de outros departamentos e campanhas. Junto com isto, a existência de um plano de incentivos justo parece-nos também importante.

Não se trata de querer receber mais que os restantes colegas. Muitos colegas de diversas campanhas da Teleperformance já recebem mais que estes valores. Há colegas que recebem salários-base acima dos 750€. Há colegas que recebem o prémio de assiduidade e outros, nas mesmas campanhas, que não recebem. Salário igual para trabalho igual é algo que não acontece na Teleperformance, a nossa proposta vai no sentido de começar a diminuir essa desigualdade.

Obviamente que estamos dispostos a negociar. A Teleperformance é que se tem mostrado desnecessariamente intransigente e nem sequer aceitou reunir com os trabalhadores e o sindicato. E por isso, além da greve, estaremos à porta da sede da Teleperformance em Lisboa para reforçar o pedido de uma reunião entre a Administração, que esperamos que nos seja concedido já no dia 6.

Daremos um prazo, até ao próximo dia 17, para que a Teleperformance nos receba, de forma a abrir um processo de diálogo e negociação. Essa é a nossa intenção. Caso contrário, teremos de convocar novas greves e outras formas de luta, até que a empresa perceba que lhes fica mais dispendioso ter funcionários insatisfeitos do que pagar salários justos.

A direção do STCC
e os Trabalhadores do Departamento Payments and Processing

Cartazes feitos pelos colegas de Setúbal em Greve

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Alô! Call Centre? Só liguei para dizer-vos, estou convosco!

Segunda feira os – considerados frágeis – trabalhadores de call centre vão entrar em greve, apoiados pelo seu Sindicato de trabalhadores de call centre.  Tive a honra de os conhecer estes dias. Digo honra porque estou entre aquele grupo de pessoas que acha que o trabalho não é só um direito – para quem tem saúde e é adulto é um dever. Que trabalhar por 600 euros é muito mais digno do que pedir dinheiro aos pais. E que 600 euros são tão indignos que o melhor é se organizarem e imporem que os 70 milhões de euros de “resultados líquidos” desta empresa, análoga ao transporte de negros na escravatura – limita-se a intermediar trabalho, é este o seu contributo para a produção nacional…- seja no mínimo partilhado entre quem produz, as pessoas que estão 8 horas por dia a atender os telefonemas que fazemos para bancos, empresas, saúde etc. Para que tenham um salário mínimo real que pague os custos reais e que não os sujeite à indignidade da assistência familiar ou Estatal. Conspirem, se a lei não vos protege; reúnam-se, de madrugada e às escondidas se for preciso; actuem, como fez o movimento operário quando começou o seu caminho há 150 anos – organizem-se, numa palavra. Lutar dá dignidade, pedir tira-nos a vida. Foi isso que eles fizeram. Vão exigir um salário base de 750 euros. Uma empresa que tem trabalhadores em salário mínimo e lucros devia ser proibida de distribuir dividendos.

Um salário mínimo na ordem dos 600 euros – que o patronato pretende transformar em salário máximo para muitos sectores – é uma ficção possibilitada pelo Estado, que recolhe impostos dos sectores médios e depois os entrega de facto às empresas privadas, usando dezenas de fórmulas: benefícios fiscais, isenções para a segurança social, saúde, educação, estágios, livros subsidiados, rendas subsidiadas, RSI, descontos na factura da electricidade, etc. Sem esta parafernália assistencialista, e sem a ajuda familiar, os empresários privados não teriam, dia após dia, os seus trabalhadores de pé e a produzir nas empresas – por fome e pura exaustão.

Só liguei para dizer-vos, estou convosco!

 

Fonte: https://raquelcardeiravarela.wordpress.com/2017/02/05/alo-call-centre-so-liguei-para-dizer-vos-estou-convosco/

 

Em casa onde não há organização todos gritam e ninguém tem razão.

Hoje tive duas experiências unidas por escassas horas, marcantes, porque antagónicas da vida em sociedade, embora no mesmo “local” – um banco. Uma de civilização, a outra de barbárie.
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A primeira quando fui dar apoio ao piquete de greve dos jovens adultos, trabalhadores de call center do banco Barclays, contratados pela intermediária Teleperformance. Exigem viver com salários dignos. Há jovens que lutam – são estes. Perderam um dia do salário – mínimo – para dizer “não conseguimos viver com o salário mínimo”. Estava uma mãe com uma filha de 7 meses ao colo, explicou-me que era impossível, mesmo com 2 salários de 600 euros, pagar as contas. Organizaram-se, fizeram greve, uniram-se, dialogaram entre eles, reuniram-se, encontraram força uns nuns outros. Enquanto o Governo anda entretido a dar benesses aos patrões que mantêm o salário mínimo, eles vieram dizer que é um valor indigno. A administração – confirmei com os meus olhos, porque foi no momento em que cheguei ao antigo prédio da Marconi – nem os recebeu. Assim vai o delicado e elegante patronato que enche a boca de eufemismos como competitividade e inovação. Nem abre a porta aos seus «colaboradores», nem lhes conhece o rosto.
Uma hora depois fui ao banco, excepcionalmente às caixas, já faço tudo automatizado, ou seja, uso mais os serviços informáticos e os call center. Estava na fila quando uma senhora de 50 anos, sensivelmente, refilou com uma jovem que, por estar a falar ao telefone, perdeu a sua vez e depois foi na vez da senhora. Os ânimos exaltaram-se, ou seja, a desigualdade, a competição e a má educação vieram ao de cima, e a senhora, de roupa e porte muito humilde, mandou a jovem, negra, de sotaque brasileiro, creio, «para a terra dela». Diz o roto ao nu, pensei. A jovem, furiosa (quantas vezes já deve ter ouvido isso!), gritou, tirou o cartão de cidadão e disse-lhe que esta era a sua terra. Olhei para a senhora e disse-lhe, com calma, que esta terra é de todos nós. Outra negra veio em seu auxílio e bateu com a mão na cara da senhora. Levantei-me – fui a única – e disse que o que se passava ali era intolerável e coloquei-me entre a jovem e a senhora, não deixando que lhe batessem. A outra ameaçava «dar-lhe na cara». Disse à senhora mais velha que não se pode dirigir assim à jovem, é racismo, proibido, indecente; olhei para as jovens negras e disse-lhes que não se pode gritar e bater, é inaceitável, muito menos uma pessoa mais jovem numa senhora; entretanto já tinha vindo mais uma jovem, também negra, que disse «a senhora ofendeu todos os negros», e as três ameaçavam a senhora. Tentei – embora a gritaria fosse de tal ordem que era difícil – dizer que todas se deviam acalmar, que racismo é feio, bater em pessoas mais velhas é feio, três a bater num é muitoooooo feio, tudo num tom calmo. Em vão. Os berros delas, todas, impunham-se…até que o bancário veio ter comigo e levou-me dizendo que me ia atender à parte, deixando para trás a gritaria, que não sei como terminou. Fui. Não tenho tempo para ajudar a salvar indivíduos desesperados desorganizados. Nem paciência, para dizer a verdade.
O bancário contou-me depois que isto «está cada vez pior». As pessoas acham «que os bancos têm culpa de tudo», disse-me, e «ao telefone ainda é pior!». Em casa onde não há organização todos gritam e ninguém tem razão. Imaginei a gritaria e as ofensas que estes jovens que hoje conheci em greve devem ter que ouvir…
Entre patrões brutos, e indivíduos à solta rudes e desesperados, os educados, simpáticos e corajosos da greve da Teleperformance salvaram o meu dia. Grata.
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Greve no maior call-center do país

Greve no maior call-center do país

Mais informações em: http://www.rtp.pt/noticias/economia/greve-no-maior-call-center-do-pais_n980569

 

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Todos unidos não seremos demais …
Solidariedade também por parte da “Plataforma Laboral e Popular”
União na luta dos trabalhadores em busca de melhores condições
Mais informações em: https://www.facebook.com/plataformalaboralepopular/

Mais informações em:http://www.plataformalaboralepopular.pt/single-post/2017/02/06/Toda-a-solidariedade-para-com-a-luta-dos-trabalhadores-de-Call-Center

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O STCC, tás logado? Conta também com o apoio dos colegas do Brasil (São Paulo) Estamos em conjunto a organizar a luta a nível internacional porque como sabemos há muito por melhorar.

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Nós aqui do Brasil estamos dando todo apoio e solidariedade aos trabalhadores e às trabalhadoras do call center de Portugal, a luta não pode ser em um só país, somos explorados no mundo inteiro, temos que lutar contra, os abusos dos patrões e das empresas, temos que nos unir, só a luta nos trará dignidade e boas condições de trabalho, nós que fazemos o lucro da empresa, então nós exigiremos nossas condições de serviço.
Não desistam da luta somente a luta muda a vida, vocês não tem nada a perder, a não ser as algemas que prendem suas mãos.
TODO APOIO À GREVE DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DA TELEPERFORMANCE PORTUGAL!!! NÓS POR CÁ TEMOS DE SEGUIR O EXEMPLO!
A UNIÃO FAZ A FORÇA E JUNTOS CONSEGUIREMOS VENCER TODOS OS OBSCTÁCULOS
Acompanha todas as novidades através do https://www.facebook.com/TasLogadoLx ou https://taslogado.wordpress.com/

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Solidariedade também por parte dos Precários Inflexíveis

“Movimento de trabalhadores precários abertos à participação de tod@s os que quiserem lutar contra a precariedade e a exploração laboral.”

Mais informações em: https://www.facebook.com/precariosinflexiveis

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Temos também o apoio solidário do coletivo Socialismo Revolucionário é a Secção Portuguesa do CIT – Comité por uma Internacional dos Trabalhadores presente em mais de 40 países por todo o Mundo. O CIT está presente em Portugal desde 1993.

“Lutamos por uma transformação socialista da sociedade e assim pôr fim à ditadura internacional do Mercado.”

Mais informações em: https://www.facebook.com/socialismorevolucionariocit/

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Os apoios no combate à precariedade não param de chegar.

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Marea Granate Lisboa ¿Qué es la Marea Granate?
Marea Granate es un movimiento transnacional y apartidista, formado por emigrantes del Estado español y simpatizantes, cuyo objetivo es luchar contra las causas y quienes han provocado la crisis económica y social que nos obliga a emigrar.

Mais informações em: https://www.facebook.com/MareaGranateLisboa/

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Juntar forças para conseguir direitos! Mais um importante apoio à luta doa colegas da Teleperformance de Setúbal

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A União dos Sindicatos de Setúbal (USS)
Solidariedade com a luta dos trabalhadores da Teleperformance
Mais informações em:  http://www.cgtp.pt/accao-e-luta-geral/10234-solidariedade-com-a-luta-dos-trabalhadores-da-teleperformance

Mais informações em:https://www.abrilabril.pt/trabalho/trabalhadores-em-luta-na-teleperformance

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Mais apoios à Greve na Teleperformance/Barclaycard
Solidariedade com a greve dos trabalhadores da Teleperformance

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Mas Movimento Alternativo Socialista  

Mais informações em:  http://mas.org.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=1314%3Asolidariedade-com-a-greve-dos-trabalhadores-da-teleperformance&catid=103%3Atrabalhadores&Itemid=543

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GREVE NA TELEPERFORMANCE JÁ É NOTÍCIA

O Engº. João Cardoso precisa de nos explicar as suas contas. Será que aceita reunir-se com os trabalhadores e ouvir o que têm a dizer?

“Segundo adianta, na manhã de segunda-feira os trabalhadores vão concentrar-se à porta das instalações da empresa, em Setúbal, após o que se irão deslocar à sede da empresa, em Entrecampos, no edifício Marconi, para se manifestarem e exigirem “que a empresa abandone a sua intransigência e se abra ao diálogo”

Trabalhadores da Teleperformance em greve na 2.ª feira por aumentos salariais

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Mais informações em: http://observador.pt/2017/02/01/trabalhadores-da-teleperformance-em-greve-na-2-a-feira-por-aumentos-salariais/

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A GREVE DIA 6 É DE TODOS, A GREVE É TAMBÉM POR TI!
COMUNICADO STCC SOBRE A GREVE CONVOCADA PARA DIA A PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA DIA 6
Quem pode fazer greve? O pré-aviso de greve abrange todos os trabalhadores do site de Setúbal e os colegas da campanha Barclaycard da Infante Santo;
Quais são as reivindicações e a quem abrangem? As reivindicações são: a) salário base de 750€; b) passagem dos contratos Emprecede para contratos TP; c) Planos de incentivos justos;
As reivindicações abrangem todas as campanhas abrangidas pela greve. Queremos alargar a mais colegas possível. Obviamente que será mais fácil conseguir negociar melhores direitos para todas as campanhas, caso todas adiram em força;
Quem tem direito à greve? Todos os trabalhadores das campanhas acima referidas podem aderir, sejam efetivos ou não, quer sejam da Teleperformance ou Emprecede. O direito à greve é um direito democrático, como o direito ao voto ou a liberdade de expressão. A lei diz que: 1 – É nulo o acto que implique coação, prejuízo ou discriminação de trabalhador por motivo de adesão ou não a greve; 2 – Constitui contraordenação muito grave o acto do empregador que implique coação do trabalhador no sentido de não aderir a greve, ou que o prejudique ou discrimine por aderir ou não a greve.
Os incentivos podem ser cortados por aderir à greve? A greve conta como uma falta justificada, sem direito a remuneração. Pelo que não pode ser cortado nada a não ser o valor do salário desse dia. O STCC disponibiliza o seu apoio jurídico para ajudar qualquer colega que possa eventualmente ser afetado ao nível dos inventivos;
POR TODOS E PARA TODOS, SEM MEDOS! CONTAMOS COM TODAS AS CAMPANHAS! UM POR TODOS E TODOS POR UM!

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GREVE TELEPERFORMANCE | AFINAL HÁ DINHEIRO!

Abaixo reproduzimos o editorial da revista Equipa, revista interna da Teleperformance. O texto, assinado pelo CEO da empresa, o Eng. João Cardoso, afirma que “2016 foi um ano muito generoso” para a Teleperformance. Perguntamos: se 2016 foi generoso para os cofres da empresa, 2017 não deve ser o ano de a Teleperformance ser generosa com os bolsos dos trabalhadores?

Mas há mais! O Eng. afirma que nos últimos 10 anos a Teleperformance cresceu 30% ao ano e em 2016 foi um ano de “maior crescimento ainda”! É interessante que há poucos dias um dos responsáveis da Teleperformance afirmou que não era possível aumentar salários porque a rentabilidade da empresa é de 7%/8%…. Afinal como ficamos?

A Teleperformance respondeu aos colegas da campanha Barclaycard Payments and Processing e ao STCC que não havia dinheiro para aumentar salários… Resta saber então o que fazem a tanto dinheiro?

QUEREMOS SALÁRIOS DIGNOS!
DIA 6 FAZEMOS GREVE!
PARTILHA! SINDICALIZA-TE!

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Teleperformance: trabalhadores do call center em greve no dia 6

Os trabalhadores da Teleperformance vão realizar, a 6 de fevereiro, uma greve para exigir melhores salários e o fim dos contratos precários. Bloco manifesta solidariedade com esta luta e denuncia o desrespeito pelo trabalho destes profissionais.

GREVE TELEPERFORMANCE | SAIU NA IMPRENSA

Notícia do jornal “Setubalense” sobre a corajosa greve desencadeada pelos colegas da campanha Barclaycard Payments and Processing, do call-center da Teleperformance de Setúbal.

Como a notícia explica, a greve abrange todos os colegas do call-center de Setúbal, assim como os colegas da campanha Barclaycard da Infante Santo.
Mais informações em:
http://zoomonline.pt/greve-na-teleperformance-por-melhores-salarios/arquivo/22512

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GREVE TELEPERFORMANCE | COMUNICADO DE IMPRENSA

“Os trabalhadores da campanha Barclaycard Payments and Processing, da Teleperformance de Setúbal, farão greve no próximo dia 6, por melhores salários. A Greve foi decidida em Plenário pelos trabalhadores e convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Call-Center. Apesar da iniciativa partir dos trabalhadores desta campanha, o aviso prévio enviado pelo STCC abrange todos os trabalhadores da Teleperformance de Setúbal, assim como os trabalhadores de um outro call-center da Teleperformance, na Avenida Infante Santo em Lisboa, que prestam também serviço para a Barclaycard.”

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Anunciado na nossa página do Facebook a  27/01

TELEPERFORMANCE SETÚBAL: GREVE POR SALÁRIOS DIGNOS!

Como anunciamos ontem, o STCC realizou no dia de hoje, 27 de Janeiro, um Plenário com os trabalhadores da campanha Barclaycard Payments and Processing. O motivo do plenário foi a resposta negativa da Teleperformance às reivindicações apresentadas pelos trabalhadores:

  1. a) Salário Base de 750€;
    b) Contratação de todos os trabalhadores através da Teleperformance, sem recurso a ETT’s (Emprecede);
    c) Um plano de incentivos justo;

A campanha Barclaycard Payments and Processing, assim como as restantes campanhas Barclaycard da Teleperformance, fazem diariamente o trabalho equivalente ao de trabalhadores bancários, recebendo apenas o salário mínimo nacional. Se o mesmo serviço fosse prestado directamente por bancários do Barclaycard, o salário mínimo auferido seria de 780€. Também nas outras campanhas, regra geral, os operadores recebem apenas o salário mínimo, embora a Teleperformance apresente um lucro anual superior a 10 milhões de euros.

Por isso, por decisão dos trabalhadores reunidos em plenário o STCC convoca:

GREVE DE 24HORAS NO PRÓXIMO DIA 6 DE FEVEREIRO (SEGUNDA-FEIRA), POR SALÁRIOS JUSTOS E CONTRA O MEDO E A PRECARIEDADE!

A greve foi convocado pelos trabalhadores da campanha Barclaycard Payments an Processing, que já há vários anos que lutam por melhores salários e que estão particularmente empenhados nesta luta. Porém, como esta é uma luta de todos, poderão exercer o seu direito à greve todos os colegas da Telepeformance Setúbal, assim como os trabalhadores da campanha Barclaycard do site Infante Santo.

A greve é um direito de todos, sindicalizados ou não. Merecemos salários dignos, que a Teleperformance tem condições de pagar.

UNIDOS PODEMOS VENCER! PARTILHA! DIVULGA! SINDICALIZA-TE!

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Anunciado na nossa página do Facebook a 26/01

TRABALHADORES DA TELEPERFORMANCE (SETÚBAL) EM LUTA POR SALÁRIOS DIGNOS – PLENÁRIO AMANHÃ ÀS 10H

As diversas campanhas Barclaycard, que empregam dezenas ou centenas de trabalhadores da Teleperformance, permitem ao Barclaycard praticamente não ter qualquer trabalhador bancário ao seu serviço em Portugal. Os operadores das campanhas Barclaycard fazem trabalho de bancários com salários de call-center. Qualquer trabalhador bancário que fizesse as mesmas funções teria no mínimo um salário base de 780€. Os trabalhadores das campanhas Barclaycard na TP recebem como base o salário mínimo

Por isso, os colegas da campanha Barclaycard Payments and Processing decidiram partir para a luta por melhores salários. Após reunirem com o STCC, os colegas enviaram uma carta à Teleperformance reivindicando um salário base de 750€, o fim da contratação através de Empresas de Trabalho Temporário (Emprecede) e um plano de incentivos justo. A Teleperformance, que tem um volume de vendas superior 100 milhões de euros/ano, respondeu que não tem dinheiro para tal aumento.

Acreditamos que não é assim. A Teleperformance pode e deve pagar melhor aos seus operadores, desta e de outras campanhas. Pelo que amanhã, entre as 10h e as 13h, será realizado um Plenário com estes colegas e o STCC para preparar acções de luta que façam a Teleperformance “abrir” os cordões à bolsa e partilhar parte dos seus milhões com aqueles que fazem a empresa crescer: os trabalhadores!

PARTILHA! DIVULGA! SINDICALIZA-TE!

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LISBOA – DEBATE – PRECARIEDADE E SINDICALISMO – É POSSÍVEL ORGANIZAR PRECÁRIOS?- 27 DE JANEIRO 2016


Somos Profissão Exigimos Respeito

 

A precariedade é um mal cada vez mais presente no mercado de trabalho. A diminuição de trabalhadores sindicalizados acontece com a própria precariedade, pois ao não existir vínculos mais duradouros com uma empresa leva a que o trabalhador não veja necessidade de se sindicalizar.

Debate de dia 27 de Janeiro com intervenções de Danilo Moreira, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Call-Center (#STCC), Aurora Lima, do Movimento Boicote e Cerco contra a PACC, e António Grosso, da Comissão de Trabalhadores do Santander-Totta.

 

“Sou um trabalhador precário da Portugal Telecom/Altice/Meo ou Ex-Tmn como a queiram chamar faz mais de 10 anos através do regime contratual de empresas de trabalho temporário/outsourcing não tenho vergonha de o admitir pois trabalhar anos a fio sem contratação directa por parte da minha empresa PT é coisa que não faz sentido algum. Esta e outras empresas que adoptam esta mesma política/ estratégia é que deviam ter vergonha e adoptar políticas em função de uma melhoria contínua, respeito pelos trabalhadores e pelos clientes procurando ir ao encontro do cumprimento da lei Laboral e da Satisfação do Clientes. Me questiono será que conhecem as normas de qualidade tipo Iso 9001 ou assim?!!!??? Contra factos… Palavras= Vento? Não há responsabilidade social que aguente! Existe sim irresponsabilidade factual do meu ponto de vista! Esta é a minha visão e também a minha luta! É também a situação em que se encontram provavelmente mais de 18000 trabalhadores e trabalhadoras da PT/Meo/Altice/Ex-Tmn só que nem todos o dizem seja por temer represálias/assédio/despedimentos ilícitos etc… Até os nossos supervisores, equipas de qualidade, coordenação e em alguns ou na maioria dos casos quem está acima é também precário dado que podem ser dispensados/destituídos a todo o momento. E mais não digo. Esta é a minha visão, a minha realidade, a minha experiência vivida com base na realidade diria melhor nos factos reais.”

 

A precariedade é um mal cada vez mais presente no mercado de trabalho. Afeta todas as faixas etárias de trabalhadores, mas sobretudo os mais jovens. Outra questão incontornável é a diminuição de trabalhadores sindicalizados. Uma das razões apontadas para esse facto é a própria precariedade pois ao não existir vínculos mais duradouros com uma empresa leva a que o trabalhador não veja necessidade de se sindicalizar. Será mesmo assim? Será esta a explicação para a perda de força dos sindicatos? Existe também a ideia estabelecida muitas vezes construída pelo próprio medo de perder o emprego de que “sendo precário não posso lutar”. Será mesmo assim? Neste debate teremos presentes 3 oradores de setores diferentes (Call centers, Professores e Bancários) onde a precariedade é uma realidade bem como a dificuldade de sindicalização, mas onde também existem exemplos de luta.

É impossível organizar os trabalhadores precários? É impossível que os sindicatos tenham uma preocupação com os trabalhadores com vínculos mais precários?

Vem debater connosco no dia 27 de janeiro às 21h30 na sede do MAS em Lisboa. De seguida, teremos convívio com comes e bebes!

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Mais informações em:https://www.facebook.com/events/1832563930359018/

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GREVE PT/MEO NO PORTO!


Portugal Telecom… Inovoção ou Precarização!

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O STCC está presente na greve dos colegas da PT/MEO no Porto (Tenente Valadim) por melhores salários e contra a precariedade.                                                                                  Um exemplo a seguir em todo o país!

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Trabalhadores de call center da PT/MEO protestam contra precariedade

 

Centenas de trabalhadores de call center da PT/MEO fizeram esta segunda–feira greve no Porto. Os funcionários exigem aumentos salariais e o fim dos contratos de duração temporária.

http://portocanal.sapo.pt/noticia/111824/

 

Patrick Drahi: “Pago o mínimo [de salários] que puder”

http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/patrick_drahi_pago_o_minimo_de_salarios_que_puder

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PREPARAÇÃO DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER TRABALHADORA 07 de Janeiro 2017


  • A maioria dos trabalhadores de call-center são…. trabalhadoras.
  • Elas são mais vítimas de assédio, sexual e moral.
  • Têm mais dificuldades em progredir na carreira.
  • São mais sujeitas à precariedade e aos baixos salários.
  • Portugal continua a ser o país da UE onde mais cresceu a desigualdade salarial entre homens e mulheres.
  • Necessitamos de maior protecção na maternidade, sobretudo em termos de estabilidade laboral.
  • Licença de maternidade mais longa, paga a 100%.
  • É necessário que o assédio sexual seja considerado crime.
  • É necessário que a voz delas valha o mesmo q ue a voz deles.

Por isso divulgamos esta importante iniciativa, para todas e todos que querem vir para a rua, lutar pelos direitos da mulheres, sobretudo das trabalhadoras, exploradas, precárias e vítimas do machismo que ainda mata e humilha.
Por todas nós!

 

Adere a este evento: 7 de Janeiro  (Sábado às 15:00 – 18:00)

Praça Do Duque De Terceira, nº24, 4ºandar (Escritório Riverview) Cais Do Sodre, Lisboa

Mais informações em :https://www.facebook.com/events/190562118080675/

 

 

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